Arquivos Belo Horizonte - PCB/MG https://www.poderpopularmg.org/tag/belo-horizonte/ Poder Popular Minas Gerais Tue, 01 Aug 2023 19:04:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Todo apoio e solidariedade à ocupação Maria do Arraial https://www.poderpopularmg.org/todo-apoio-e-solidariedade-a-ocupacao-maria-do-arraial/ https://www.poderpopularmg.org/todo-apoio-e-solidariedade-a-ocupacao-maria-do-arraial/#respond Tue, 01 Aug 2023 19:04:26 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=76992 O post Todo apoio e solidariedade à ocupação Maria do Arraial apareceu primeiro em PCB/MG.

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O Comitê Regional do PCB em Minas Gerais vem manifestar seu apoio e solidariedade aos trabalhadores(as) que no último dia 28 de Julho, ocuparam um imóvel abandonado na região central de Belo Horizonte com o objetivo de transformar o espaço em um local destinado a moradias populares.

A crise social agravada com os efeitos da pandemia de Covid-19, ampliaram as condições de pobreza e desigualdade na sociedade brasileira, aumentando consideravelmente a quantidade de famílias que vivem em condições precárias nas ruas das grandes cidades devido ao aumento do desemprego e do custo de vida. Esse processo impactou as condições de existência das famílias mais pobres, principalmente nas grandes cidades, que sentem ainda mais essa contradição pela falta de políticas públicas para habitação, geração de emprego e renda, entre outros.

Os imóveis abandonados nos grandes centros urbanos só servem para a especulação imobiliária e muitos desses imóveis além de não cumprirem o seu sentido social, ainda possuem débitos tributários milionários que vão se acumulando ad infinito ou são o resultado da massa falida de empresas inadimplentes com suas obrigações com o INSS e a Justiça do trabalho.

O direito a moradia digna é um direito constitucional que deveria ser garantido a toda a população brasileira, em um país aonde há mais imóveis fechados do que gente nas ruas e que na prática alimenta cada vez mais a segregação com a população de rua, intensificando a violência e a discriminação social.

As ocupações são legítimas e necessárias para evidenciar esse descalabro social e a cumplicidade de governos locais com a especulação imobiliária e seus beneficiados.

O PCB manifesta seu apoio ao Movimento de Vilas, Bairros e Favelas e as demais organizações que estão resistindo na ocupação Maria do Arraial e soma-se em defesa da luta pela reforma urbana necessária para pôr fim ao déficit habitacional, em especial com as famílias mais pobres.

PCB-MG

Julho de 2023

Ocupação Maria do Arraial, no Centro de Belo Horizonte | Foto: Comunicação MLB

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Todo apoio à greve das trabalhadoras e trabalhadores terceirizadas/os da construção civil e das portarias da UFMG https://www.poderpopularmg.org/todo-apoio-a-greve-das-trabalhadoras-e-trabalhadores-terceirizadas-os-da-construcao-civil-e-das-portarias-da-ufmg/ https://www.poderpopularmg.org/todo-apoio-a-greve-das-trabalhadoras-e-trabalhadores-terceirizadas-os-da-construcao-civil-e-das-portarias-da-ufmg/#respond Wed, 04 Jan 2023 15:56:35 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=76881 O Partido Comunista Brasileiro, a União da Juventude Comunista, a Unidade Classista e o Movimento por uma Universidade Popular manifestam […]

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O Partido Comunista Brasileiro, a União da Juventude Comunista, a Unidade Classista e o Movimento por uma Universidade Popular manifestam apoio à organização e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras da construção civil e das portarias da UFMG – trabalhadores terceirizados da Conservo – pela garantia dos seus direitos: recebimento de salário e melhores condições de trabalho na UFMG.

Desde o dia 13 de dezembro, os trabalhadores estão em greve pelo não recebimento de salários e benefícios garantidos em contrato entre a Reitoria e a empresa terceirizada. A categoria tem se mobilizado em atos diários conduzidos pelo sindicato da Construção Civil nas portarias do campus Pampulha e nas unidades da Universidade pressionando os responsáveis pela Conservo por respostas sobre a situação da empresa e pelo imediato pagamento dos salários e benefícios atrasados.

As lutas das trabalhadoras e trabalhadores terceirizadas/os da construção civil e das portarias da UFMG é um movimento de resistência e enfrentamento da classe trabalhadora ante os recentes cortes e contingenciamentos dos repasses financeiros assumidos pelo governo neoliberal de Bolsonaro e Mourão às universidades públicas; das decisões da Reitoria da UFMG em burocratizar o pagamento dos contratos de sua força de trabalho; e ainda da empresa Conservo em surrupiar os salários e benefícios trabalhistas das categorias.

Durante os últimos anos, as universidades brasileiras sofreram diversos cortes e contingenciamentos, sendo o mais recente de montante aproximado de 1,6 bilhão de reais (R$ 1.600.000.000) do MEC. Além disso, ano a ano, o nefasto Teto de Gastos vem impondo cada vez mais limites à educação superior e aos direitos sociais da classe trabalhadora. Ambos os ataques são responsáveis pelo sucateamento da educação pública e representam, em última instância, um projeto privatizante de Universidade. Estes problemas se tornam ainda maiores quando as próprias Administrações das Universidades se subsumem às engrenagens que dão movimento ideológico e material para o capital se reproduzir nas suas estruturas.

Os desdobramentos das políticas neoliberais de precarização do trabalho e da vida, como o teto de gastos, a Reforma Trabalhista e a Reforma Previdenciária, são evidentes na realidade da Universidade. As mobilizações simultâneas dos terceirizados, exigindo seus salários, e de estudantes trabalhadores, exigindo o pagamento das bolsas após o contingenciamento de verbas do MEC, sinalizam que é momento de lutar com unidade, tendo como reivindicação central a revogação das políticas neoliberais de precarização do trabalho nos serviços públicos.

Hoje, a UFMG tem diversos contratos com empresas terceirizadas que são responsáveis pela manutenção e organização da nossa Universidade. Da limpeza à segurança; das reformas à construção; da pintura e iluminação ao paisagismo, trabalhadoras e trabalhadores são contratados sob o tacão de ferro da precarização. Elas/Eles não têm voz nos espaços de deliberação da Universidade ou reconhecimento enquanto parte da comunidade interna acadêmica. As trabalhadoras e os trabalhadores terceirizados, além de direitos suprimidos, sofrem violências e abusos diários de seus empregadores, quase sempre, invisibilizados pela Universidade. Isso se evidencia na relação recente da empresa Conservo com o pessoal da construção civil e portaria. Além das denúncias de assédio moral no trabalho por supervisores também terceirizados, esta empresa não pagou salários e fugiu das negociações com o Sindicato da categoria. Ousadia maior foi a Conservo ameaçar decretar situação de falência no limite das necessidades das trabalhadoras e trabalhadores.

Defendemos uma Universidade que seja voltada verdadeiramente às necessidades da classe trabalhadora: pública, gratuita, inclusiva, de qualidade e de reconhecimento de classe; livre das terceirizações ou de quaisquer outras formas de exploração da força de trabalho das frações estudantis, de professores e de técnicos.

Mobilizar as nossas forças para a composição das lutas, neste momento, em aliança com sindicatos e organizações independentes das categorias terceirizadas, para a garantia do pagamento dos salários e benefícios confiscados dos trabalhadores e trabalhadoras da UFMG, é tarefa imediata e fundamental para avançarmos nas lutas gerais da classe trabalhadora.

Enquanto houver terceirização na UFMG, haverá organização e resistência de estudantes, técnicos administrativos e professores com a classe trabalhadora organizada contra os ataques aos seus direitos.

Pela responsabilidade direta da UFMG e da Conservo no pagamento imediato dos salários e benefícios das trabalhadoras e trabalhadores!

Pelo fim das terceirizações!

Todo o Poder à classe trabalhadora!

Unidade Classista, futuro socialista!

Por uma Universidade Popular! Pelo Poder Popular!

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Expandir sem privatizar: contra a privatização do metrô de BH https://www.poderpopularmg.org/expandir-sem-privatizar-contra-a-privatizacao-do-metro-de-bh/ https://www.poderpopularmg.org/expandir-sem-privatizar-contra-a-privatizacao-do-metro-de-bh/#respond Fri, 23 Dec 2022 19:44:06 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=76893 Ignorando as reivindicações e a mobilização da classe, o governo Zema efetuou, no dia 22 de dezembro, o leilão do […]

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Ignorando as reivindicações e a mobilização da classe, o governo Zema efetuou, no dia 22 de dezembro, o leilão do metrô de Belo Horizonte, concedendo-o à iniciativa privada. Pelo valor irrisório de R$ 25,7 milhões, o Grupo Comporte adquiriu a concessão do governo estadual para gerir o transporte público da região metropolitana pelos próximos 30 anos.

Para resistir a este ataque, durante todo o ano de 2022 os metroviários mineiros se mobilizaram contra a privatização, entendendo que esta significa o enfraquecimento dos direitos trabalhistas, o encarecimento do transporte e a priorização dos lucros, em detrimento da mobilidade. Apesar disso, a vitória do projeto privatista se deu com a anuência de Geraldo Alckmin, líder da equipe de transição do governo federal.

A questão da mobilidade urbana está diretamente ligada ao direito à cidade, bandeira central para os comunistas e para toda a classe. De forma imediata, é fundamental garantir a todas as trabalhadoras e os trabalhadores o acesso ao trabalho, aos serviços públicos e ao lazer. Um jovem trabalhador da região metropolitana deve ter o direito de acessar, por exemplo, o parque municipal no centro da cidade, sem grandes dificuldades. Assim como deve ser capaz de acessar o campus da UFMG, maior universidade federal do estado, na região da Pampulha.

Compreendemos o direito à cidade, para muito além do mero acesso, como a participação e a transformação do espaço público sem limites mercadológicos, com o trabalhador agindo sob sua autonomia em uma sociedade sem a divisão por classes.

A periferização e a exclusão dos sujeitos das cidades é um movimento concreto do capitalismo, principalmente em sua forma neoliberal de acumulação. O transporte sequer deveria ser mercantilizado e muito menos os trabalhadores subtraídos dos seus direitos de transitar e de intervir.

Isto posto, sabemos que não basta uma gestão pública para que as contradições desapareçam. Sendo a segregação do espaço urbano um fenômeno próprio do capitalismo, independente do processo de privatização, a classe trabalhadora das periferias belorizontinas tem sido apartada da cidade. Atualmente, o metrô de Belo Horizonte é inacessível para a maior parte da população, tendo em vista a existência de uma única linha, que corre a distância entre algumas poucas estações. A expansão e ampliação das linhas do metrô é uma demanda urgente.

Os defensores da concessão alegam que a expansão das linhas de forma a ampliar o acesso de trabalhadores ao transporte seria impossível sem a entrega do metrô para a iniciativa privada. Esta defesa, porém, não se sustenta quando confrontada pela própria realidade. Para as obras de ampliação, está previsto o investimento público de R$ 3,6 bilhões, enquanto apenas R$ 240 milhões serão investidos pela empresa vencedora do leilão. Deste modo, a privatização não desonera o estado, mas retira a possibilidade de participação pública dos espaços decisórios.

É também mentiroso afirmar que o setor privado possui melhor capacidade de administração dos recursos. Fosse esta uma preocupação real, a responsabilidade não estaria sendo entregue ao Grupo Comporte, que em seus 20 anos de existência, nunca geriu quaisquer serviços de transporte metroviário. O metrô do Rio de Janeiro nos dá um exemplo de como tal argumento está falido: após duas décadas de privatização, a classe trabalhadora carioca enfrenta as consequências do sucateamento, do isolamento das regiões periféricas e do aumento de mais de 1.000% dos preços das tarifas.

A não-expansão do metrô de Belo Horizonte pela administração pública não é consequência de uma suposta incapacidade ou ineficiência do estado, mas representa a escolha política de sucatear os serviços públicos para posterior entrega destes à iniciativa privada. O patrimônio do metrô, com custo estimado em R$ 2 bilhões, foi entregue por apenas 1% do seu valor, cerca de R$ 25,7 milhões. O condicionamento da expansão do metrô à privatização não passa de uma desculpa covarde para o roubo a céu aberto efetuado nesse leilão.

A privatização não traz para a classe trabalhadora quaisquer avanços na sua luta pelo acesso e pelo direito à cidade. Pelo contrário, ela aprofunda o cenário de segregação e periferização, piorando as condições do transporte para os setores mais pauperizados e precarizando o trabalho dos metroviários.

Os comunistas repudiam este ataque do governo Zema, em conluio com o governo Bolsonaro e a burguesia nacional, e a concordância tácita do governo eleito. A UJC seguirá lutando junto às trabalhadoras e trabalhadores do metrô contra toda forma de privatização e pela estatização de todo o transporte público!

EXPANSÃO SEM PRIVATIZAÇÃO!

TODO APOIO À LUTA DOS METROVIÁRIOS!

EM DEFESA DO DIREITO À CIDADE!

Coordenação Estadual da União da Juventude Comunista – Minas Gerais

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Fome segue crescendo e Belo Horizonte não cria auxílio emergencial https://www.poderpopularmg.org/fome-segue-crescendo/ https://www.poderpopularmg.org/fome-segue-crescendo/#respond Tue, 25 May 2021 19:25:15 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75448 LEONARDO GODIM

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Seis a cada dez brasileiros passam fome durante a pandemia. Em estimativa, são 117 milhões de pessoas que não tem acesso à alimentação digna. Desse total, 19 milhões estão em situação de insegurança alimentar grave – a falta de alimentos atinge todas as pessoas da família, inclusive crianças, e a fome é uma experiência cotidiana. Segundo dados da Oxfam, a fome grave atingiu especialmente trabalhadores rurais (14,3%), trabalhadores informais (15,7%) e desempregados (22,1%). Nessas categorias, apenas 30% das pessoas não estão sofrendo com alguma forma de insegurança alimentar.

Os dados são de 2020 e, com o fim do auxílio emergencial de R$600,00, essa situação certamente piorou. O adiamento do Censo 2021, sem previsão de ser realizado, impede que essas informações sejam obtidas e deixa para um futuro incerto a formulação de políticas direcionadas a combater o crescimento acelerado da fome em todo o país.

Os efeitos da fome são conhecidos – subnutrição, aumento da mortalidade infantil, redução da expectativa de vida, proliferação de doenças, entre outros efeitos nefastos. Mas suas causas são ocultas. Entre elas, a pandemia do coronavírus apenas agravou um cenário que o documento “Análise da Segurança Alimentar no Brasil: 2017-2018”, publicado pelo IBGE, já indicava.

Entre 2013 e 2017-2018, quando foram realizadas as duas últimas pesquisas oficiais, o Brasil retornou a patamares de insegurança alimentar piores do que os registrados em 2004. Ou seja, após um avanço positivo entre 2004 e 2013, o recuo significou uma piora drástica nas condições de vida da maioria dos brasileiros. Segundo a pesquisa – da onde extraímos a tabela abaixo – chegamos  em 2020 com um nível de segurança alimentar 20% pior que em 2004.

 

A piora da situação alimentar das famílias entre 2013 e 2018 não pode ser explicada pela pandemia. Ela coincide com a crise capitalista que inicia no mundo em 2008 e se apresenta em nosso país com maior gravidade a partir de 2013. Desde lá, uma série de políticas neoliberais vêm sendo executadas, desde o último governo Dilma, passando por Temer até Bolsonaro, buscando um tratamento de choque para a estagnação econômica. Nenhuma reanimação da economia ocorreu após esses choques, mas a piora das condições de vida e de trabalho da maioria dos brasileiros foi acentuada pelas políticas de austeridade e flexibilização da legislação trabalhista.

Os dados de insegurança alimentar grave entre informais (15,7%),  produtores rurais (14,3%) e desempregados (22,1%) nos dão fortes indícios de como a atual política econômica afeta o conjunto dos trabalhadores. Sem nenhuma proteção trabalhista e isolados da luta sindical, os salários caem abaixo do necessário para a simples reprodução da vida e a fome vira regra. Essa redução salarial força todos os salários para baixo, e assim observamos o aumento da fome mesmo entre os trabalhadores da cidade com carteira de trabalho formal.

Por um auxílio emergencial municipal em Belo Horizonte!

Belo Horizonte, sexta maior capital do Brasil, lar de quase 3 milhões de pessoas, não aprovou nenhuma política eficaz de combate à fome e à carestia – Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, já possuem auxílios emergenciais municipais sendo distribuídos.

É urgente a criação de um auxílio emergencial municipal para toda região metropolitana. O fechamento de muitos postos de trabalho informais pela pandemia afeta grande parte dos trabalhadores da capital. A Prefeitura de Belo Horizonte tem obrigação de dispor seus recursos para uma auxílio emergencial em todo 2021, visando minimizar o efeito destruidor da crise atual sobre as famílias.

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Comunistas saem das eleições com a cabeça erguida. Destaque é Ipatinga https://www.poderpopularmg.org/comunistas-saem-das-eleicoes-com-a-cabeca-erguida/ https://www.poderpopularmg.org/comunistas-saem-das-eleicoes-com-a-cabeca-erguida/#respond Tue, 01 Dec 2020 13:22:52 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75333 LEONARDO GODIM

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Daniel Cristiano, na porta da Usiminas, em Ipatinga, agradece os votos ao PCB

De Leonardo Godim para o Poder Popular MG.

Ontem, dia 29 de novembro, deu-se fim ao segundo turno das eleições municipais de 2020. O PCB, que participou das eleições com candidaturas em Belo Horizonte, Betim, Sabará, Ipatinga, Uberaba e Juiz de fora, aglutinou 5794 votos em chapas próprias do PCB em todo o estado. O destaque é Ipatinga, onde a chapa dos comunistas alcançou 3521 votos. Em Juiz de Fora, o partido declarou, no segundo turno, apoio à candidatura de Margarida Salomão (PT), que saiu vitoriosa contra o empresário Wilson Rezato (PSB).

O resultado eleitoral no estado de Minas Gerais confirma a tendência nacional de fortalecimento dos partidos de direita e centro-direita. A composição das Câmaras Municipais segue a mesma direção, acentuada pela nova legislação que impede coligações nas eleições para o parlamento, diminuindo a força dos pequenos partidos no legislativo. Os trabalhadores mineiros, dessa forma, deverão se preparar para anos de duras lutas contra a investida da burguesia em sua contrarreforma do Estado, projeto que vê grande espaço nos partidos burgueses fisiológicos, comumente chamados de “centrão”.

O bolsonarismo, apesar de não ter arrastado nessas eleições tantos votos quanto em 2018, também não deve ser subestimado. Cidades estratégicas, como Ipatinga e Betim, ficaram na órbita do presidente, a primeira com um candidato projetado por Bolsonaro e o segundo com um candidato cujo partido, o PSD, faz parte do compromisso entre o governo federal e o “centrão”, cujo preço foi a concessão de cargos no governo.

Apesar da derrota de um projeto alternativo à reacionária contrarreforma do Estado, as eleições também sinalizam um amadurecimento da esquerda socialista no terreno eleitoral. Em Ipatinga, cidade onde o PCB tem seu melhor desempenho nas eleições em nível nacional, o grande mérito do partido foi apresentar novos nomes e aglutinar uma base mais ampla para a construção do Bloco do Poder Popular. Em Belo Horizonte, a chapa composta por PCB, UP e PSOL alcançou 103.115 votos na eleição para prefeitura, ficando na quarta posição, com uma votação expressiva dos respectivos partidos também nas eleições proporcionais.

Daniel Cristiano, candidato a vereador de Ipatinga, afirma que

“o PCB avaliou a grandeza da militância de Ipatinga, que se colocou a disposição tanto na chapa majoritária, com Diego Arthur e Bruno Anastácio, quanto a importância das mulheres, aposentados, trabalhadores informais, professores e professoras que se colocaram à disposição [de construir] a chapa proporcional”.

Segundo Daniel, que foi o segundo vereador mais votado da cidade mas não foi eleito, o partido avalia que uma chapa completa, com militantes convictos, poderá construir os votos necessários para atingir o quociente eleitoral e eleger legítimos representantes dos trabalhadores e trabalhadoras para o parlamento municipal de Ipatinga em um próximo momento.

“Para o próximo período – afirmou o secretário político do PCB Ipatinga, Daniel Cristiano –, [nossa tarefa] é continuar a inserção nos movimentos populares, sindicais, esportivos e culturais, para que o partido cresça cada vez mais e para que possamos amplificar a ressonância das pautas do conjunto da classe trabalhadora”.

Com esse direcionamento, o partido buscará atravessar a conjuntura sombria que assola o país e fortalecer a luta da classe trabalhadora rumo ao poder popular e o socialismo.

As eleições do dia 15 de novembro em Ipatinga foram conturbadas. Diversas denúncias de boca de urna foram feitas por fiscais que trabalharam nas eleições. Esse ano, segundo um dos fiscais presentes, esse tipo de atividade ilegal não foi em nada combatida, seja pelo poder judiciário, seja pela polícia. Em diversos momentos os agentes públicos que poderiam ter intervido – visto que a boca de urna é crime – foram alertados, mas a resposta foi nula, levantando questionamentos sobre a conivência destes agentes públicos com o crime eleitoral.

Em Belo Horizonte, a chapa do Partido Comunista Brasileiro recebeu 1052 votos, com destaque para Diego Miranda e Marianna Versiani, jovens comunistas que participaram das eleições pela primeira vez e receberam juntos 675 votos. Mesmo sem eleger um tribuno popular para o parlamento, o PCB  fortaleceu seu diálogo com diferentes setores da cidade através de suas 10 candidaturas, como estudantes, professores, aposentados, trabalhadores do transportes, torcidas antifascistas, mulheres operárias e a classe trabalhadora como um todo.

Em Sabará e Juiz de Fora, o partido lançou duas candidaturas para o legislativo, as do Professor Luis Fernando e a de Patrick, e compôs a chapa majoritária com o PSOL. Em Betim, além do candidato a vereador Amaury Alonso, apresentou a candidatura de Zulu para prefeitura da cidade. Já em Uberaba, foram duas candidaturas nas eleições proporcionais, com Brenda e Beto. Expandir a participação do PCB na vida política das cidades para todas as regiões de Minas Gerais é um dos objetivos do partido neste momento.

Com esse resultado, cabe aos comunistas manter a cabeça erguida e a firmeza nas fileiras do partido e se prepararem para as próximas lutas, partindo de todo acumulo histórico dos comunistas de luta e de defesa do socialismo. Com a inserção nos movimentos operário, popular e cultural, fortalecendo os instrumentos de luta da classe trabalhadora e se preparando para as batalhas decisivas, o PCB poderá contribuir para as mudanças revolucionárias que o Brasil exige e para o desenvolvimento histórico da humanidade até o socialismo.

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Candidatos do PCB em BH assinam carta-compromisso com trabalhadores da educação https://www.poderpopularmg.org/candidatos-do-pcb-em-bh-assinam-carta-compromisso-com-trabalhadores-da-educacao/ https://www.poderpopularmg.org/candidatos-do-pcb-em-bh-assinam-carta-compromisso-com-trabalhadores-da-educacao/#respond Fri, 06 Nov 2020 18:11:23 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75272 Diego Miranda (21.000) fala sobre o compromisso com comunistas com a educação Candidaturas do Partido Comunista Brasileiro em Belo Horizonte […]

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Diego Miranda (21.000) fala sobre o compromisso com comunistas com a educação

Candidaturas do Partido Comunista Brasileiro em Belo Horizonte assinaram hoje, dia 6 de novembro, a carta-compromisso publicizada pelo Sind-REDE/BH, sindicato dos trabalhadores da rede municipal de educação. Na carta, os candidatos se comprometem à 24 pontos, entre eles a defesa da ampliação das verbas para a educação, a garantia do piso salarial e o fim das tercerizações dos serviços da educação.

Assinaram a carta até o momento os candidatos Diego Miranda (21.000), Pedro Gabriel (21.614), Thiago Camargos (21.420) e Thomás Carrieri (21.888), todos vinculados às lutas em defesa da educação em Belo Horizonte. Diego é pedagogo e professor da rede municipal há 3 anos. Thiago Camargos é ex-liderança do movimento secundarista e estudante de graduação. Thomas estava membro da coordenação geral do Diretório Central dos Estudantes da UFMG até as eleições municipais. Pedro é militante do Movimento por uma Universidade Popular.

Da esquerda para direita: Pedro Gabriel (21.614), Thomás Carrieri (21.888) e Thiago Camargos (21.420)

“Os pontos da carta-compromisso que assinamos são acúmulos históricos das lutas em defesa da educação, das quais os comunistas participaram ativamente, desde o ensino superior ao ensino infantil. Essas bandeiras são frutos de um acúmulo das lutas da classe trabalhadora e são prioritárias para enfrentar os principais problemas do nosso país”, afirma Diego Miranda. Diego faz parte da atual diretoria do Sind-REDE/BH e está licenciado para participar das eleições pelo PCB. “Nosso compromisso se comprova nas nossa presença, na nossa prática e na nossa dedicação nas lutas da cidade”, conclui o candidato.

O compromisso não é somente de algumas candidaturas, mas de todo Bloco do Poder Popular. O programa do PCB, que orienta todas as candidaturas, também é fruto desse histórico de lutas em defesa da educação no Brasil e aponta, além da defesa do caráter público da educação básica e da valorização de todos profissionais das escolas, um projeto de educação popular que vise a educação integral e universal na perspectiva politécnica.

Confira os 24 pontos da carta na íntegra:

“1- Compromisso com a ampliação a ampliação das verbas para a educação. De acordo com a lei orgânica do município deve se aplicar 30% de impostos e transferências na educação pública municipal, no entanto este percentual não tem sido cumprido nos últimos anos.

2- Ser parte de uma luta efetiva para que o piso salarial nacional seja pago de acordo com os termos da lei e não a partir de interpretações: para jornada de até 40h, no primeiro nível da carreira (primeiro nível da tabela salarial) para trabalhadores de nível médio. O piso não deve ser considerado teto salarial.

3- Fim da terceirização dos serviços da Educação. Mais nenhum trabalhador (a) em educação deve ser admitido sem concurso público. Para que os atuais trabalhadores terceirizados não sejam responsabilizados deve haver uma transição, os mesmos devem permanecer contratados, diretamente pela prefeitura, sendo assegurado a eles direitos e benefícios isonômicos aos trabalhadores concursados.

4- Equiparação da carreira das(os) professoras(es) da educação infantil com o ensino fundamental.

5- Garantia de 7 horas de planejamento para os professores dentro das escolas.

6- Garantia de tempo de estudo e planejamento para trabalhadores da Escola Integrada e acompanhantes ao educando.

7- Redefinição o piso salarial dos atuais trabalhadores terceirizados e definição de uma carreira para os mesmos.

8- Retorno dos berçários e horário integral nas EMEIs. A política de geração de vagas produzida pela SMED a partir do fechamento de turmas integrais nas EMEIS foi absolutamente danosa à população atendida pelas EMEIS.

9- Instituir um plano para que em 10 anos no máximo a rede própria absorva toda a demanda de educação infantil da cidade.

10- Instituir um plano para que em 10 anos as escolas da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte funcionem como escolas em tempo integral, sem coabitação de espaço, com profissionais concursados, capacitados e valorizados.

11- Retomada da legislação para que retornem os cargos de auxiliar de secretaria e biblioteca. Com jornada semanal de 25h semanais.

12- Todas as escolas devem ter acessibilidade garantida em um prazo máximo de 5 anos.

13- Instituir o ensino de Libras em todas as escolas da REDE para todas as turmas como segunda língua oficial.

14- Instituição de uma sala de Atendimento Educacional Especializado em todas as escolas da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte.

15- Institucionalização imediata do tempo de reuniões pedagógicas coletivas nas escolas, dentro do horário de trabalho.

16- Fim da terceirização da perícia médica.

17- Descentralização dos recursos financeiros para as escolas.

18- Garantia de acesso digital a todas as comunidades escolares.

19- Garantia de acesso a equipamentos que garantam a inclusão digital a todos os trabalhadores em educação e estudantes.

20- Garantia de acesso às escolas a todos os estudantes.

21- Posicionamento contrário ao aumento da alíquota previdenciária.

22- Garantia que se posicionara contrário a qualquer alteração no plano de carreira e estatuto que dificulte o acesso dos trabalhadores a ele.

23- Se posicionará contrário às leis da mordaça que se intitulam de escola sem partido. E será parte da luta pela implementação de educação sexual em todas as escolas. Os profissionais responsáveis pelo trabalho deverão participar de formações específicas para tal, organizadas pelos próprios trabalhadores em educação em conjunto com representantes da comunidade escolar. A garantia de estrutura e financiamento para a formação deverá se dar pela secretaria de educação.

24- Defesa de um projeto que determine que o salário de um vereador não deve ser superior à média salarial dos professores da rede municipal de Ensino de Belo Horizonte, assim como a redução da verba de gabinete a 1/3 do que é hoje.”

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Marianna Versiani 21.902, candidata a vereadora, debate sobre a fome em Belo Horizonte https://www.poderpopularmg.org/marianna-versiani-fome-em-bh/ https://www.poderpopularmg.org/marianna-versiani-fome-em-bh/#respond Tue, 03 Nov 2020 12:24:28 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75249 LEONARDO GODIM

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Por Leonardo Godim para O Poder Popular. Fotos por Ana Vieira.

Marianna Versiani é candidata pela primeira vez e concorre a vereadora pelo Partido Comunista Brasileiro. Seu número de candidata é 21.902. Criada no Complexo Mariquinhas, ocupação urbana de Belo Horizonte, Marianna afirma que seu foco são as famílias que, como a dela, nasceram e vivem nas periferias da cidade e sofrem todo tipo de ataque a seus direitos. Questionada sobre sua principal bandeira nessas eleições, ela foi rápida em responder que é o combate à fome, que tem crescido de forma assustadora durante a pandemia, agravando um cenário de brutal empobrecimento dos trabalhadores e descaso dos poderes públicos.

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, em 2017 e 2018 (números mais recentes) somente 63,3% das famílias brasileiras estavam em condição de segurança alimentar. Ou seja, 36,7% dos brasileiros estão em insegurança alimentar – uma outra forma de dizer-se: passam fome. Há de se considerar que de 2018 até hoje o desemprego no Brasil aumentou drasticamente, em especial entre informais, moradores de bairros periféricos, famílias chefiadas por mulheres e entre pessoas negras ou pardas (segundo nomenclatura do IBGE). Enquanto isso, o debate político é infestado por oportunistas que acusam os programas de combate à fome de “populismo”.

“Kalil não garantiu uma segurança para os trabalhadores durante a pandemia. Muitos trabalhadores são informais, e isso é extremamente grave, pois atualmente os direitos trabalhistas são cada vez mais retirados e esses setores não possuem nem o mínimo. É assim que a fome começa a devastar essas famílias”, afirma Marianna. A candidata ainda destaca que o fim das creches em tempo integral levada a cabo pela prefeitura também afeta a alimentação de crianças, pois muitas delas dependem da merenda escolar para se alimentar.

Para Marianna, a crise da pandemia é apenas o agravamento de um projeto de crise que é o capitalismo. De acordo com estudo do IBGE, o número de famílias em situação de insegurança alimentar subiu entre 2004 e 2017-18. Ou seja, já antes da pandemia do coronavírus o número de pessoas no mapa da fome do Brasil vinha crescendo como consequência da crise estrutural do capitalismo. O aumento do desemprego e da informalidade e o ajuste fiscal praticado pelos governos federais, estaduais e municipais são elementos decisivos para esse aumento da fome, que deve crescer com o atual cenário político brasileiro.

A candidata, assim como todo o Bloco do Poder Popular, defende a abertura imediata de restaurantes populares em todas regiões da cidade, de forma a garantir uma alimentação digna para todas as famílias. Essa é uma medida emergencial necessária, mas Marianna destaca que só com a superação do capitalismo poderemos garantir uma condição de vida digna para todos os brasileiros. Os comunistas defendem o pleno emprego como política de Estado, mediante a estatização dos setores fundamentais da economia e a ampliação da estrutura produtiva do país. Auxílios emergenciais sempre serão apenas paliativos enquanto a classe trabalhadora brasileira não reorganizar a economia, voltando a produção para as necessidades de toda a população.

“Enquanto houverem trabalhadores de Belo Horizonte passando fome, sem ter como dar um prato de comida a seus filhos, nossa luta não vai ter fim”, afirma Marianna. Antifascista convicta, ela entende que são esses direitos básicos para garantia da vida que estão em jogo no atual cenário político, e afirma que os comunistas são os únicos dispostos a ir até as últimas consequências para reverter esse cenário e construir uma sociedade onde nenhum adulto nem nenhuma criança não tenham o que comer enquanto há abundância de comida.

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Thiago Camargos 21.420, candidato a vereador pelo PCB, é a alternativa para os trabalhadores no bairro Pindorama em BH https://www.poderpopularmg.org/thiago-camargos-21-420-vereador-pcb-bairro-pindorama-bh/ https://www.poderpopularmg.org/thiago-camargos-21-420-vereador-pcb-bairro-pindorama-bh/#respond Mon, 26 Oct 2020 13:52:20 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75221 LEONARDO GODIM

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Leonardo Godim para O Poder Popular.

Às 9 horas da manhã deste sábado, o candidato Thiago Camargos (21.420) saiu com apoiadores para panfletar no bairro Pindorama, onde mora com a esposa e os dois filhos. Sem tempo de televisão ou patrocínio de grandes empresas, Thiago aposta no dialogo na rua com os moradores e trabalhadores para apresentar sua candidatura. E é entre os trabalhadores da periferia de Belo Horizonte que ele vê maior abertura para esse diálogo.

Segundo Thiago, existem muitos candidatos na região, mas poucas alternativas para a velha política que manda na cidade há décadas. Por isso, o candidato do PCB faz questão de afirmar que é professor, trabalhador desde jovem e disputa as eleições para defender o interesse dos trabalhadores na Câmara Municipal, e não visando o enriquecimento pessoal.

Uma de suas principais propostas é o passe-livre estudantil. Muitos jovens abandonam os estudos por não poder pagar R$9 para ir e voltar da escola todo dia. E ainda maior é a segregação social, onde os ricos podem se movimentar pela cidade e aproveitar as atividades culturais públicas e gratuitas, enquanto os jovens da classe trabalhadora tem sua mobilidade urbana limitada e seu direito à cidade negado. Para isso, Thiago propõe que o passe-livre estudantil seja acompanhado de uma revisão dos contratos de concessão do transporte público e que seja criada uma empresa estatal para assumir o controle das linhas.

“Foi uma atividade muito importante que tem que se intensificar nessa reta final de campanha, em especial aqui na região Noroeste”, diz Thiago. “A abertura existe na periferia e é significativa a aceitação ao projeto do Poder Popular”, contou entusiasmado.

Além dele, sua esposa, Gabriela Marreco, também é candidata. Thiago garante que não irão dividir os votos, e que assumiram os dois essa responsabilidade para fortalecer o Bloco do Poder Popular. Gabriela trabalhou no bairro Glória e é conhecida na região. Juntos, Thiago e Gabriela querem apresentar uma alternativa para os trabalhadores da região Noroeste, rumo ao poder popular e ao socialismo.

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Wellington Lemos 21123 PCB, do bairro Alípio de Melo, é candidato a vereador em BH https://www.poderpopularmg.org/wellington-lemos-candidato-vereador-pcb-bh/ https://www.poderpopularmg.org/wellington-lemos-candidato-vereador-pcb-bh/#respond Fri, 09 Oct 2020 20:59:30 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75148 LEONARDO GODIM

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Leonardo Godim para O Poder Popular.

Fotos de Ana Vieira

Wellington Lemos participa pela primeira vez das eleições municipais de Belo Horizonte, disputando uma cadeira na Câmara dos Vereadores. Com 49 anos de idade e 47 anos morando no bairro Alípio de Melo, Wellington decidiu participar dessas eleições após décadas vendo o descaso do poder público em relação as demandas dos trabalhadores que moram no bairro Alípio de Melo. São essas demandas que ele pretende levar ao debate nessas eleições.

Wellington é casado e trabalha na área do comércio desde o início da carreira profissional, tendo passado por livrarias, gráficas, indústria, e há dois anos trabalha na Leroy-Merlin. Ele é ex-aluno do Polivalente, a EE Professor Alisson Pereira Guimarães, onde estudou até o primeiro ano do Ensino Médio. Participa há cinco anos da Associação Comunitária Alípio de Melo, onde participou de ações de solidariedade entre moradores.

A principal demanda que Wellington levanta é a de abertura de uma creche no bairro Alípio de Melo. Segundo ele, a falta de uma creche onde os trabalhadores possam deixar seus filhos para ir ao trabalho ou procurar emprego é um problema grave na região, e os moradores pedem uma resposta. Com a crise, tem crescido o número de famílias que não conseguem arcar com os altos custos das creches privadas. É responsabilidade do poder público a garantia do direito à educação infantil e ao trabalho, dois direitos que são violados pela falta de creches públicas.

Outra bandeira que o candidato defende é a construção de uma ciclovia na Avenida Heráclito Mourão de Miranda. Wellington afirma que se trata de uma obra de baixo custo, pelo desenho da avenida, e que diminuiria os vários acidentes que acontecem na região, como o atropelamento de ciclistas. Uma ação pequena, mas que caso seja menosprezada pelo poder público, pode custar mais vidas.

Wellington quer reverberar as necessidades de seu bairro no debate público. Criado na região, o candidato conhece com muita familiaridade os problemas que afetam a vida dos moradores, que veem uma falta de representação de suas demandas nas candidaturas da cidade. É  buscando dar voz e vez para o Alípio de Melo que Wellington entra na chapa do Partido Comunista Brasileiro, mostrando que os comunistas estão ao lado do povo nas suas lutas e reivindicações.

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AGORA É OFICIAL! COMUNISTAS COM ÁUREA E LÉO! FRENTE DA ESQUERDA EM BH REGISTRADA! https://www.poderpopularmg.org/frente-da-esquerda-bh/ https://www.poderpopularmg.org/frente-da-esquerda-bh/#respond Fri, 18 Sep 2020 02:44:58 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74889 FRENTE DA ESQUERDA EM BH REGISTRADA!

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Conforme formalizado em nossa convenção eleitoral no dia 08 de setembro e homologado neste 17 de setembro nas eleições municipais de 2020 estaremos construindo nestas eleições a frente de esquerda em BH.A composição desta frente conta com a participação do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Unidade Popular (UP) sendo resultado de uma série de encontros e diálogos na construção de uma aliança programática que reflete também a atuação lado a lado dessas organizações nas lutas populares da cidade em defesa dos direitos dos trabalhadores e da juventude.

Estivemos juntos e juntas nas eleições de 2012 e 2016 e em 2020 construímos a principal Alternativa Popular de Esquerda para o povo trabalhador belo-horizontino. Privilegiamos a construção da unidade da esquerda em BH, por entendermos a importância e a necessidade de apresentar uma chapa majoritária forte e capaz de fazer frente a direita liberal que governa a cidade e barrar o crescimento da ultradireita e do conservadorismo, trabalhando juntos para viabilizar nossa vitória política e eleitoral.

Nossa chapa está formada pela companheira Áurea Carolina do PSOL na tarefa de candidata a Prefeita e pelo companheiro Leonardo Péricles (UP) na tarefa de candidato a vice-prefeito. Áurea e Léo são duas importantes referências nas lutas dos movimentos populares na cidade. Áurea é mulher negra, mãe e feminista e fez um ótimo trabalha no período em que esteve vereadora e agora como deputada federal e o companheiro Leonardo Péricles, militante desde o movimento estudantil, morador da periferia da cidade e liderança do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Ambos atuam no combate ao racismo, na defesa dos diretos humanos, nas lutas contra os ataques aos trabalhadores e retirada de direitos e na construção de uma cidade para todos.
O poder político vem sendo exercido em Belo Horizonte, para favorecer as camadas ricas da população e dar apoio aos interesses privados. Ao mesmo tempo investe-se muito pouco para melhorar a educação, saúde, cultura e o transporte público segue sendo um dos graves problemas de BH e região metropolitana.
Vivemos tempos difíceis e o contexto da pandemia agravou muito rapidamente todos os problemas sociais que nos levam as ruas historicamente e, temos a responsabilidade de combater os ataques aos nossos direitos e os retrocessos que prejudicam e colocam em risco a vida de todo povo trabalhador de Belo Horizonte e região.
A frente de esquerda em BH composta pelo PCB, pelo PSOL e pela UP se apresenta como uma alternativa viável para a nossa cidade, uma alternativa popular que traz disposição e ação para transformar os rumos da cidade para além do que nos impõe o capitalismo e tem um potencial enorme de contribuir nos processos de luta e mobilização popular de nossa classe. Acreditamos e trabalharemos incansavelmente para a vitória desta frente e a construção do poder popular em nossa cidade.
O PCB formou pela primeira vez em BH uma chapa própria de vereadores/as composta por integrantes da União da Juventude Comunista (UJC), da corrente sindical Unidade Classista (UC), do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro (CFCAM), do Coletivo Negro Minervino de Oliveira (CMO e do Coletivo LGBT Comunista que juntos conformam o BLOCO DO PODER POPULAR. A nossa chapa proporcional será composta pelas camaradas Marianna Versiani, Maria do Carmo Souza Dantas e pelos camaradas Diego Miranda, Emanuel Bonfante, Thiago Camargos e Wellington Lemos para a Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Convidamos a todos e todas a somarem conosco nesse processo, participar das ações da nossa campanha popular, manifestando seu apoio a frente de esquerda em BH.

VIVA A FRENTE DE ESQUERDA EM BH!

VIVA O BLOCO DO PODER POPULAR!

POR UMA BH SOCIALISTA!

PCB SEMPRE NA LUTA PELO PODER POPULAR E PELO SOCIALISMO!

Belo Horizonte, 17 de setembro de 2020.
Diretório Municipal do Partido Comunista Brasileiro (PCB) em Belo Horizonte.

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