Arquivos UJC - PCB/MG https://www.poderpopularmg.org/tag/ujc/ Poder Popular Minas Gerais Wed, 04 Jan 2023 20:04:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Todo apoio à greve das trabalhadoras e trabalhadores terceirizadas/os da construção civil e das portarias da UFMG https://www.poderpopularmg.org/todo-apoio-a-greve-das-trabalhadoras-e-trabalhadores-terceirizadas-os-da-construcao-civil-e-das-portarias-da-ufmg/ https://www.poderpopularmg.org/todo-apoio-a-greve-das-trabalhadoras-e-trabalhadores-terceirizadas-os-da-construcao-civil-e-das-portarias-da-ufmg/#respond Wed, 04 Jan 2023 15:56:35 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=76881 O Partido Comunista Brasileiro, a União da Juventude Comunista, a Unidade Classista e o Movimento por uma Universidade Popular manifestam […]

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O Partido Comunista Brasileiro, a União da Juventude Comunista, a Unidade Classista e o Movimento por uma Universidade Popular manifestam apoio à organização e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras da construção civil e das portarias da UFMG – trabalhadores terceirizados da Conservo – pela garantia dos seus direitos: recebimento de salário e melhores condições de trabalho na UFMG.

Desde o dia 13 de dezembro, os trabalhadores estão em greve pelo não recebimento de salários e benefícios garantidos em contrato entre a Reitoria e a empresa terceirizada. A categoria tem se mobilizado em atos diários conduzidos pelo sindicato da Construção Civil nas portarias do campus Pampulha e nas unidades da Universidade pressionando os responsáveis pela Conservo por respostas sobre a situação da empresa e pelo imediato pagamento dos salários e benefícios atrasados.

As lutas das trabalhadoras e trabalhadores terceirizadas/os da construção civil e das portarias da UFMG é um movimento de resistência e enfrentamento da classe trabalhadora ante os recentes cortes e contingenciamentos dos repasses financeiros assumidos pelo governo neoliberal de Bolsonaro e Mourão às universidades públicas; das decisões da Reitoria da UFMG em burocratizar o pagamento dos contratos de sua força de trabalho; e ainda da empresa Conservo em surrupiar os salários e benefícios trabalhistas das categorias.

Durante os últimos anos, as universidades brasileiras sofreram diversos cortes e contingenciamentos, sendo o mais recente de montante aproximado de 1,6 bilhão de reais (R$ 1.600.000.000) do MEC. Além disso, ano a ano, o nefasto Teto de Gastos vem impondo cada vez mais limites à educação superior e aos direitos sociais da classe trabalhadora. Ambos os ataques são responsáveis pelo sucateamento da educação pública e representam, em última instância, um projeto privatizante de Universidade. Estes problemas se tornam ainda maiores quando as próprias Administrações das Universidades se subsumem às engrenagens que dão movimento ideológico e material para o capital se reproduzir nas suas estruturas.

Os desdobramentos das políticas neoliberais de precarização do trabalho e da vida, como o teto de gastos, a Reforma Trabalhista e a Reforma Previdenciária, são evidentes na realidade da Universidade. As mobilizações simultâneas dos terceirizados, exigindo seus salários, e de estudantes trabalhadores, exigindo o pagamento das bolsas após o contingenciamento de verbas do MEC, sinalizam que é momento de lutar com unidade, tendo como reivindicação central a revogação das políticas neoliberais de precarização do trabalho nos serviços públicos.

Hoje, a UFMG tem diversos contratos com empresas terceirizadas que são responsáveis pela manutenção e organização da nossa Universidade. Da limpeza à segurança; das reformas à construção; da pintura e iluminação ao paisagismo, trabalhadoras e trabalhadores são contratados sob o tacão de ferro da precarização. Elas/Eles não têm voz nos espaços de deliberação da Universidade ou reconhecimento enquanto parte da comunidade interna acadêmica. As trabalhadoras e os trabalhadores terceirizados, além de direitos suprimidos, sofrem violências e abusos diários de seus empregadores, quase sempre, invisibilizados pela Universidade. Isso se evidencia na relação recente da empresa Conservo com o pessoal da construção civil e portaria. Além das denúncias de assédio moral no trabalho por supervisores também terceirizados, esta empresa não pagou salários e fugiu das negociações com o Sindicato da categoria. Ousadia maior foi a Conservo ameaçar decretar situação de falência no limite das necessidades das trabalhadoras e trabalhadores.

Defendemos uma Universidade que seja voltada verdadeiramente às necessidades da classe trabalhadora: pública, gratuita, inclusiva, de qualidade e de reconhecimento de classe; livre das terceirizações ou de quaisquer outras formas de exploração da força de trabalho das frações estudantis, de professores e de técnicos.

Mobilizar as nossas forças para a composição das lutas, neste momento, em aliança com sindicatos e organizações independentes das categorias terceirizadas, para a garantia do pagamento dos salários e benefícios confiscados dos trabalhadores e trabalhadoras da UFMG, é tarefa imediata e fundamental para avançarmos nas lutas gerais da classe trabalhadora.

Enquanto houver terceirização na UFMG, haverá organização e resistência de estudantes, técnicos administrativos e professores com a classe trabalhadora organizada contra os ataques aos seus direitos.

Pela responsabilidade direta da UFMG e da Conservo no pagamento imediato dos salários e benefícios das trabalhadoras e trabalhadores!

Pelo fim das terceirizações!

Todo o Poder à classe trabalhadora!

Unidade Classista, futuro socialista!

Por uma Universidade Popular! Pelo Poder Popular!

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Quem teve medo da Chapa 3 – Lutar e Mudar a PUC nestas eleições para o DCE da PUC Minas? https://www.poderpopularmg.org/quem-teve-medo-da-chapa-3-lutar-e-mudar-a-puc-nestas-eleicoes-para-o-dce-da-puc-minas/ https://www.poderpopularmg.org/quem-teve-medo-da-chapa-3-lutar-e-mudar-a-puc-nestas-eleicoes-para-o-dce-da-puc-minas/#respond Wed, 14 Sep 2022 18:02:06 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=76655 Entenda por que os comunistas foram impedidos de participar e qual é o nosso compromisso político A União da Juventude […]

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Entenda por que os comunistas foram impedidos de participar e qual é o nosso compromisso político

A União da Juventude Comunista e o conjunto de alunes que acreditam e constróem uma alternativa popular no Movimento Estudantil vêm por meio desta carta elucidar, a todo o corpo de estudantes, trabalhadores e professores, o processo burocrático e golpista que se configura nestas Eleições para o DCE da PUC Minas campus Coração Eucarístico. Com firmeza e honestidade, denunciamos aqui não só os problemas do Edital, mas principalmente a parcialidade da Comissão Eleitoral e das Chapas oficializadas.  Parcialidade confirmada nos dias que sucederam a Assembleia do Conselho de DA’s (31/8), na decisão de reinscrever a Chapa 1 – Construindo Todos os Dias, que não só herda a gestão cessante do DCE 一 que nada fez diante dos aumentos de matrícula e das várias medidas de precarização do nosso ensino, pesquisa e extensão, dentre várias irregularidades financeiras comprovadas por uma ação judicial no Ministério Público! 一 mas que também foi cassada por inúmeras irregularidades no processo, as quais listamos neste texto. 

E não foi o bastante para aqueles que dizem prezar pela democracia! Depois dessa decisão inexplicável, outra confirmou que a tragédia se repete sempre como farsa: o impedimento da inscrição da Chapa 3 – Lutar e Mudar a PUC, construída pela UJC e pelo Movimento Correnteza, reconhecida e respaldada pelo conjunto da Assembleia lotada. O conjunto de estudantes que não só aplaudiram as intervenções da Chapa 3 no espaço, mas que também reconheceram nossas bandeiras enquanto suas próprias quando vários se inscreveram para intervir na Assembleia em nossa defesa. Não há adversário nessa disputa que consiga argumentar contra a justeza da nossa luta, amplamente reconhecida por todes que testemunharam a discussão no Conselho. Vejam só, optaram “democraticamente” pela reinscrição da Chapa 1, que mal soube se defender, em detrimento da Chapa 3, que mobilizou independentes e adversários políticos em um espaço soberano de participação popular na nossa universidade! Fica a pergunta: por que a Comissão Eleitoral e a Chapa 2 – Todo Mundo no DCE 一 até então a chapa única e, por isso, também parte da Comissão 一 preferiram concorrer com a Chapa 1, da indefensável atual gestão do DCE? Por que tiveram medo da participação da Chapa 3 no processo eleitoral?

SOBRE O EDITAL E O PROCESSO DE INSCRIÇÃO

A menos que se soubesse de informações extra oficiais, o Edital destas Eleições já começa por impedir uma construção de Chapa justa, articulada com alunes interessades e convictos de um programa político para a universidade. O Edital é oficializado na quarta-feira (17/8), mas só “amplamente” divulgado e repassado aos Diretórios Acadêmicos na sexta-feira (19/8), já na metade do período de inscrição previsto, com prazo para terça-feira (23/8). Estudantes da PUC Minas Coreu que se propuseram a esse desafio tiveram um fim de semana e uma segunda-feira para realizar atividades de construção de Chapa para determinar suas bandeiras políticas e para reunir 42 nomes, contemplando metade dos cursos do campus.

Na terça-feira (23/8) ocorreram as inscrições para as Chapas, que deveriam ser feitas até as 22h. Prazo que não foi cumprido por nenhuma Chapa. Todas terminaram suas inscrições após o horário estipulado 一 e ainda há rumores de irregularidades nos documentos apresentados por elas até hoje, coisa que sequer poderíamos conferir pelo impedimento da nossa participação no processo. Com a restrição do direito dos alunos que contribuem mensalmente para o DCE de realizar as 100 impressões naquele dia, fomos obrigados a recorrer ao Xerox do Direito. Nesse processo, uma das impressoras emperrou, e por isso demoramos poucos minutos a mais que as outras duas Chapas para a entrega. Solidarizamos com o argumento da Comissão de que estava tarde e precisavam voltar às suas casa, assim, escrevemos um Recurso e o enviamos, junto à totalidade dos documentos necessários à inscrição via e-mail, pedindo para que a Comissão os aceitasse, tendo em vista que o Edital também não previa a necessidade da entrega fisicamente. O e-mail foi enviado ainda na terça-feira, derrubando qualquer argumento de que não tivéssemos os 42 nomes para a inscrição. 

No entanto, o Recurso foi acatado parcialmente às 20h e 12 minutos da quarta-feira (24/8), exigindo que fizéssemos a entrega dos documentos presencialmente até às 22h. Nenhum de nós estava na PUC ou preparade para um prazo tão curto de entrega. Ora, se está se prezando pela democracia do processo, que mal faria estender a entrega até a quinta-feira, nem que fosse pela parte da manhã para evitar que a Comissão precisasse ficar até tarde da noite no campus. Afinal, as Chapas não foram homologadas na quarta-feira conforme o Edital: foram só na quinta! E quando o fizeram não divulgaram o nome da nossa chapa nem o motivo de nosso indeferimento, o que fere o edital em seu artigo 10º, parágrafo único.

 Fizemos o máximo para nos deslocar até a PUC com esse contratempo, com o prazo de menos de duas horas para sairmos de casa, resgatar os documentos com um aluno que não morava perto da PUC e o transporte para o campus. Novamente, a Comissão não quis esperar a chegada dos documentos. Fica novamente uma pergunta: ao responder o recurso depois das 20h, não seriam beneficiados ambos, Comissão Eleitoral e Chapa 3 一 e mais, a democracia dessas Eleições 一, com um prazo de pelo menos um turno do dia? Nossos demais Recursos não foram aceitos. 

A ASSEMBLEIA DO CONSELHO DE DA’S

Uma Assembleia Geral, como indicado pela convocatória do Conselho de DA’s na quarta-feira (31/8), é um instrumento de democracia dos estudantes que sobrepõe até mesmo o DCE. A nossa participação no espaço pretendia explicar ao corpo de estudantes o processo, mas principalmente, para além dos problemas enfrentados anteriormente, demarcar o nosso compromisso com os estudantes trabalhadores da PUC Minas. Demarcar a necessidade de que nosso programa político radical participe do processo, porque nele nós, alunos, União da Juventude Comunista e Movimento Correnteza se reconhecem. Nele temos convicção não só em suas palavras, mas também nas condições concretas em que ele pode e deve se realizar para a construção de uma universidade verdadeiramente popular. Tirando uma única liderança da Chapa 2, que demonstrou abertamente o seu medo pela participação da Chapa 3, todas as falas na Assembleia fizeram coro com as nossas justas reivindicações. Desde representantes de DA’s e membros das Chapas, até a maioria de estudantes independentes que lotaram da porta ao corredor da sala Multimeios do ICH. 

No entanto, assim como foi a disputa eleitoral de 2015, a “democracia” do processo prioriza a burocracia em detrimento da validação popular do conjunto dos estudantes. A Assembleia, interrompida pelo horário, não abriu as pautas para a votação dos alunos. Se resguardou não no direito de voz e participação da plenária, mas nos acordos de cúpula entre Comissão e Chapas, que desenterraram linhas e linhas de burocracias para maquiar os absurdos cometidos pela Chapa 1. Foram quatro páginas de literatura para o reconhecimento de uma Chapa cassada por: “1. Tentativas de obstrução do processo eleitoral; 2. Tentativa de manipulação, pressão e assédio a membros da Comissão Eleitoral, em redes sociais e pessoalmente; 3. Descumprimento às normas da campanha eleitoral; 4. Utilização das redes institucionais para campanha eleitoral; 5. Fake News e 6. Reeleição fora dos parâmetros estabelecidos pelo Estatuto e Edital de Eleições”. Já para os estudantes que constroem e acreditam na mobilização da Chapa 3, não se deram ao esforço de nem cinco linhas, que demonstramos aqui na íntegra: “Prezados, A Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições, decide pela não inscrição da chapa ‘Lutar para Mudar a PUC’ após análise minuciosa dos fatos. Ficou entendido que o processo de homologação atrasará a campanha eleitoral, e que os prazos estabelecidos foram extremamente ultrapassados. Portanto, a Comissão decide que não receberá mais documentações”. Como atrasaria a campanha eleitoral se a resposta a Chapa 3 foi dada na sexta-feira (2/9) e a resposta de reinscrição da Chapa 1 foi dada um dia depois (3/9)?

Fica estranhamente óbvio: a Comissão Eleitoral ignorou o expressivo apoio da comunidade estudantil pela justeza da participação de nossa Chapa, ainda reconhecendo a Chapa do atual DCE e, por essas decisões, trai a democracia e o Movimento Estudantil efetivamente. 

NOSSO COMPROMISSO POLÍTICO

E por que, mesmo diante desse golpe burocrático, insistimos na participação da Chapa 3 – Lutar e Mudar a PUC? É bem verdade que a celebração 一 as festas, as calouradas, e por aí vão 一 são importantes para suavizar o peso de uma rotina guiada pela precarização do trabalho, transportes insalubres, aumento do custo de vida de nossa classe e permanente incerteza para com o futuro 一 tanto dentro como fora dos muros da PUC Minas 一, como também para promover maior integração, convívio e fraternidade entre alunes, trabalhadores e professores dos mais diversos espaços.

Mas um DCE comprometido, para além das festividades, precisa priorizar a saúde física e mental dos estudantes do campus, precisa priorizar as nossas condições de vida, estudo e trabalho. Precisa priorizar um tripé universitário 一 ensino, pesquisa e extensão 一 popular e de qualidade. Precisa pressionar para que a extensão universitária sirva primeiro para a permanência dos estudantes da universidade. Precisa estar presente, com radicalidade, nas quatorze (!) cadeiras do Conselho Universitário 一 hoje completamente abandonadas 一, que decidem o nosso futuro, como também o futuro dos trabalhadores vinculados à instituição. Precisa lutar ativamente pela regularização e mobilização dos Diretórios Acadêmicos, hoje fechados política e juridicamente. Precisa travar um enfrentamento radical pelo direito dos alunos ProUnistas e bolsistas na PUC. Precisa lutar contra o aumento injustificável das mensalidades e todas as formas de exploração dos estudantes, técnicos e professores. Precisa barrar a perseguição política daqueles que lutam por uma Universidade Popular e pelo Poder Popular. Precisa mobilizar os estudantes para dentro e para fora dos muros da universidade, seja na luta pelo passe livre estudantil, seja no combate direto ao fascimo e às opressões, como fizemos no Grito dos Excluídos e em todas as manifestações Fora Bolsonaro. 

E o entendimento do DCE como dirigente da luta dos estudantes, para além de promessas vazias, precisa se consolidar na mobilização permanente do Movimento Estudantil. O Restaurante Universitário, a Creche Universitária 一 para estudantes e trabalhadores responsáveis por crianças 一 não vão se construir com palavras de campanha, mas com a articulação dos projetos de extensão de diversos cursos. Com a constante formação de Assembleias que chamem a participação e a discussão de todes. Cabe a um DCE de luta pressionar, mobilizar e orientar essa mudança. O compromisso da nossa Chapa é a construção coletiva da PUC, da união de estudantes e funcionários juntos para decidir os rumos da universidade. Lutar pelas verdadeiras necessidades daqueles que fazem a universidade.

LUTAR E MUDAR A PUC!

CONTRA O AUMENTO ABUSIVO DAS MENSALIDADES!

PELA REABERTURA DOS DA’S E DOS ESPAÇOS DE DEMOCRACIA DOS ESTUDANTES!

POR UM RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO POPULAR!

POR UMA CRECHE UNIVERSITÁRIA POPULAR!

POR UMA EXTENSÃO QUE PRIORIZE A PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES E TRABALHADORES DA PUC!

POR UM MOVIMENTO ESTUDANTIL ATIVO E PERMANENTE NO CAMPUS!

PELA TRANSPARÊNCIA COM A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO DCE!

EM DEFESA DOS DIREITOS DOS ALUNOS PROUNISTAS E BOLSISTAS!

POR ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO POPULARES!

CONTRA O FASCISMO E TODAS AS OPRESSÕES, DENTRO E FORA DA PUC!

PELO PASSE LIVRE ESTUDANTIL!

Saudações Comunistas,

Núcleo da União da Juventude Comunista da PUC Minas campus Coreu

 

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PCB em ato contra a Ditadura Militar https://www.poderpopularmg.org/pcb-em-ato-contra-a-ditadura-militar/ https://www.poderpopularmg.org/pcb-em-ato-contra-a-ditadura-militar/#comments Thu, 01 Apr 2021 15:33:31 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75380 THIAGO CAMARGOS

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Por Thiago Camargos*

BELO HORIZONTE – Quarta-feira dia 31/03/2021, no antigo DOPS localizado na Avenida Afonso Pena, ocorreu um ato simbólico contra a Ditadura Militar Burguesa. O Partido Comunista Brasileiro (PCB), juntamente com seus coletivos, Coletivo Minervino de Oliveira, Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro -CFCAM, Corrente Sindical Unidade Classista e a União da Juventude Comunista, se fez presente. O ato contou com diversos movimentos sociais e populares e organizações políticas que manifestaram o repudio às torturas e assassinatos cometido pela Ditadura e seus agentes.

Mari Versiani, do CFCAM-PCB, que contribui desde a organização do ato, fez diversas contribuições em uma tribuna livre que foi instalada para que todos pudessem se manifestar. Da porta do antigo aparelho repressivo do Estado brasileiro, local que abrigou agentes do Estado torturando e matando militantes, Mari destacou a importância da ação politica e a necessidade de caminharmos sem sectarismo e com unidade contra os retrocessos anti-democráticos e a política do genocida que está na presidência.

A camarada ainda destacou a importância de diálogo com a classe trabalhadora pois, apesar das medidas de isolamento social, muitos trabalhadores e trabalhadoras estão em seus locais de trabalho em portas fechadas para aumentar os lucros dos grandes empresários e se expondo em ônibus lotados, que sofreram redução de linhas para favorecer os interesses dos empresários dos transportes. Ainda apresentou que as medidas do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, não são suficientes para atender às demandas da população de BH.

Com muita emoção, Emanuel Bonfante, da Corrente Sindical Unidade Classista e militante do PCB há mais de seis décadas, fez uma intervenção politica lembrando os que tombaram na luta contra a Ditadura, inclusive citando seu próprio irmão que foi torturado pelos fascistas de 64-85. Com muita disposição enfatizou o Fora Bolsonaro e Fora Mourão, apontando a necessidade de construirmos uma sociedade socialista.

O ato rechaçou a decisão da justiça de permitir comemorações do golpe de 64 pelo Governo Bolsonaro. Essa decisão reforça a postura golpista inerente ao Bolsonarismo que, ao ver sua popularidade despencar devido à sua desastrosa política, principalmente a de combate à pandemia, vem demonstrando suas intenções de rompimento com o frágil Estado Democrático de Direito, a favor do retrocesso antidemocrático que seria o retorno a uma Ditadura Militar Empresarial.

 

Fotos: Gabriela Marreco

*Thiago Camargos é Secretário de Juventude do PCB em MG e membro do Comitê Regional do PCB em MG.

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INTERVENÇÃO DA UJC NOS 99 ANOS DO PARTIDÃO https://www.poderpopularmg.org/intervencao-da-ujc-nos-99-anos-do-partidao/ https://www.poderpopularmg.org/intervencao-da-ujc-nos-99-anos-do-partidao/#respond Mon, 29 Mar 2021 13:47:40 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75360 GUSTAVO BECHARA

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Saudações, camaradas!

Inicialmente eu gostaria de reafirmar que é uma imensa honra e motivo de muita dedicação e trabalho sermos a juventude do Partidão. Essa semana, eu estava vendo algumas fotos das lutas dos últimos anos da UJC e do PCB e me emocionei, porque nós somos milhares de militantes que dedicamos nossas vidas para a luta. Mas eu tenho certeza que essa é a única luta que vale a pena na vida, a luta pela emancipação da humanidade. Somos o partido mais antigo do Brasil ainda em atividade, e a nossa história se confunde com a própria história da classe trabalhadora no Brasil, marcada por muitas lutas, vitórias e derrotas. Não seria possível deixar de homenagear camaradas que deram suas vidas para a luta dos trabalhadores no país, por isso gostaria de citar os nomes dos camaradas que honraram a história da UJC e do PCB como o camarada Leôncio Basbaum, o camarada João Saldanha e o camarada José Montenegro de Lima. Todos esses camaradas estão presentes na nossa memória e luta, hoje e sempre.

Nesse momento de profunda crise no sistema capitalista, a vida da classe trabalhadora vem sendo cada vez mais precarizada, e a juventude é um dos setores mais atingidos. Os ataques às estruturas sindicais, a cláusula de barreira vem dificultando as condições de organização da nossa classe, e esse processo se intensifica com as constantes ameaças que as nossas liberdades democráticas vem sofrendo. Porém, esses momentos de acirramento da luta de classes, por mais dramáticos e dolorosos, são momentos em que grandes contingentes de militantes sentem a necessidade da radicalidade da luta proletária pela tomada poder político, e assim passam a ingressar nas fileiras do nosso partido, o partido que luta pela construção do poder popular e da revolução socialista no Brasil, sem ilusões nas políticas de conciliação de classes ou de humanização do sistema capitalista.

A UJC atualmente, em Minas Gerais, está presente nas principais frentes de luta da juventude. Esse crescimento nos elementos qualitativos é observado na presença cada vez mais expressiva dos jovens comunistas nos espaços de luta da juventude em Minas Gerais e no Brasil. Estamos presentes no movimento estudantil, inseridos na maioria das universidades públicas do estado, e compondo entidades secundaristas e universitárias, desde a construção de grêmios escolares e centros acadêmicos, até diretórios centrais, associações metropolitanas de estudantes e a União Estadual dos Estudantes.

Estamos presentes também no meio cultural como nas rodas de rap e movimentos culturais nas principais cidades do estado. Além disso, organizando a juventude proletária nos seus espaços de trabalho e nos bairros.

Gostaria de, em nome da Juventude do partidão, saudar a Velha Guarda do Partido! É constante o aprendizado com esses camaradas que certamente foram e são imprescindíveis na luta de classes do nosso país. Suas vidas servem de lição a todos que ingressam na luta e jamais nos esqueceremos daqueles que nos antecederam na nossa história. Aproveitando para homenagear camaradas mineiros que tiveram um papel fundamental para a reorganização da UJC nos anos 2000, cujo congresso foi em Minas Gerais, então uma saudação aos camaradas Tiquim, Tulio Lopes, Renata Regina e o camarada Luis Fernando. Sabemos que a UJC é o presente e o futuro do Partido Comunista Brasileiro e que o comunismo é a juventude do mundo.

Viva os 99 anos do partidão, Vida longa ao PCB o histórico operador político da classe trabalhadora no Brasil! RUMO AO CENTENÁRIO! OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

Gustavo Bechara – Secretário Político da UJC em Minas Gerais

28/3/2021

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Nota da UJC sobre o ato de BH do dia 21/06 https://www.poderpopularmg.org/nota-da-ujc-sobre-o-ato-de-bh-do-dia-21-06/ https://www.poderpopularmg.org/nota-da-ujc-sobre-o-ato-de-bh-do-dia-21-06/#respond Tue, 23 Jun 2020 13:45:00 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74694 UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA

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A militância da União da Juventude Comunista (UJC) de Belo Horizonte esteve presente no último ato antifascista e antirracista que ocorreu no domingo, 21 de junho, e reafirma seu compromisso pelo fim do genocídio da população negra no Brasil e em todo o mundo com a derrubada de qualquer iniciativa fascista que ameace nossa existência.

Nos somamos às torcidas antifascistas de Belo Horizonte e aos demais movimentos políticos que compuseram o ato, no esforço de construção de uma unidade de ação que faça frente às ameaças fascistas que hoje estão representadas em Bolsonaro e Mourão. Convidamos todos aqueles que defendem as liberdades democráticas no Brasil a se somarem nestes atos, conscientes das graves ameaças de uma crescente militarização do poder político.

Nesta unidade, a luta pelo fim do genocídio praticado pelo Estado burguês contra a população negra deve ser entendida como central. Pois é o povo trabalhador negro que sofre a mais brutal violência de estado, essa violência de estado defendida e comemorada por Jair Bolsonaro e todos fascistas que se ergueram junto à ele. Nosso inimigo é o mesmo, pois são os militares que tutelam Bolsonaro os mesmos que ocuparam militarmente o Haiti e as favelas do Rio de Janeiro, alimentando uma máquina de morte.

Esmagar o fascismo!

Derrotar o racismo!

Rumo ao Poder Popular!

Fora Bolsonaro e Mourão!

Pelo fim do genocídio da população negra e da juventude negra!

União da Juventude Comunista (UJC)

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NOTA POLÍTICA DA UJC-MG: FORA ZEMA E BOLSONARO/ MOURÃO, CONSTRUIR ALTERNATIVA POPULAR! https://www.poderpopularmg.org/nota-politica-ujc-minas-gerais/ https://www.poderpopularmg.org/nota-politica-ujc-minas-gerais/#respond Sun, 17 May 2020 14:42:08 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74541 União da Juventude Comunista de Minas Gerais - UJC/MG

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NOTA POLÍTICA DA COORDENAÇÃO ESTADUAL DA UJC DE MINAS GERAIS

FORA ZEMA E BOLSONARO/MOURÃO, CONSTRUIR ALTERNATIVA POPULAR!

A Coordenação Estadual da União da Juventude Comunista em Minas Gerais, em nome do conjunto de sua militância vem, por meio dessa nota, expressar seu profundo repúdio à total negligência e descaso com a população trabalhadora que o Governador do Estado de Minas Gerais, Romeu Zema, tem demonstrado em meio à crise sanitária, gerada pela COVID19. Se no âmbito nacional assistimos os dramáticos desdobramentos de uma política que nitidamente coloca os lucros das grandes empresas acima da vida dos trabalhadores, podemos perceber o total alinhamento de nosso Governador, que deixa claro suas intenções de aprofundar o ataque aos serviços e, consequentemente, servidores públicos, demonstrando uma política muito semelhante à do fascista Jair Bolsonaro.

Entendemos que a forma tomada pela atual crise do capitalismo se apresenta com contornos didáticos do ponto de vista da natureza do sistema capitalista, que despreza a vida e têm como objetivo único a acumulação privada de riquezas pelas classes dominantes. Isto é, para que os capitalistas mantenham suas altas taxas de lucro, torna-se necessário a retirada de direitos da classe trabalhadora, as demissões em massa, os cortes de salários e aumento da exploração do trabalho, reorganizando inclusive algumas profissões sob a forma do “teletrabalho”, que aumenta as jornadas de trabalho e coloca sobre os ombros dos trabalhadores e trabalhadoras os custos da execução do trabalho. Além disso, a venda dos recursos nacionais para empresas transnacionais, como a entrega de importantes refinarias da Petrobrás, demonstrando o caráter estritamente ufanista do “nacionalismo” de Bolsonaro. Esse processo intensifica o cenário que tínhamos antes da pandemia, de aumento do desemprego e da miséria, abrindo novamente a possibilidade de que o Brasil volte a ter seu nome vicejando nas linhas do Mapa da Fome da ONU.

Já alertamos anteriormente que o empresário Zema e seu partido não representam nada de “Novo”, mas seguem a já velha cartilha neoliberal que se pauta pela política dos superávits primários, da desregulamentação financeira, do ajuste fiscal, venda de empresas e companhias estatais, entrega de riquezas naturais para a iniciativa privada e a constante repressão e sufocamento dos sindicatos e movimentos populares. Assim, rejeitamos profundamente o constante assédio do Governador às empresas estatais como a CEMIG e a CODEMIG, sendo esta última a responsável pela exploração das maiores reservas de nióbio do mundo, localizadas em nosso estado. Sabemos que a privatização dessas empresas não significaria nenhuma melhoria nos seus serviços ou na qualidade de vida da população trabalhadora de Minas Gerais, mas que na prática fragilizaria e excluiria a maior parte dos mineiros e mineiras do acesso a esses serviços e aumentaria consideravelmente os valores das contas dos trabalhadores e das trabalhadoras de Minas Gerais no final do mês, como é típico de toda e qualquer privatização. Por esses e outros motivos levantamos as bandeiras do “Fora Zema, Bolsonaro e Mourão”.

Destacamos novamente o profundo descaso do governo estadual com a educação, representado pelo completo abandono da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e a Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), além da completa falta de diálogo e truculência no trato com os trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual, que constroem uma forte greve desde o início do ano, reivindicando o piso salarial e o pagamento de 13º salários atrasados. Destacam-se, ainda, as tentativas da Secretaria Estadual de Educação de forçar o retorno das ASB (Auxiliar de Serviços da Educação) ao trabalho presencial nas escolas, colocando em risco a vida dessas trabalhadoras e de suas famílias.

A respeito das Universidades Federais, convocamos todas e todos estudantes a resistirem e construírem mobilizações contra a substituição do ensino presencial, com a imposição do regime de ensino a distância.

Engrossamos também as denúncias contra a imposição de tal regime na Universidade Federal de Lavras, que vem sendo precursora na aplicação da cartilha do MEC. Alertamos as movimentações da Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri e a Universidade Federal do Triângulo Mineiro, que atualmente possuem reitores que não foram diretamente eleitos pelos pleitos das universidades e também corroboram com o processo de precarização e preparação do terreno para futuras privatizações na área do Ensino Superior.

Defendemos, em conjunto com diversas entidades, movimentos sociais e populares o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que está programado para ocorrer em novembro desse ano. A desigualdade educacional existente no Brasil, motivada pelo avanço dos oligopólios da educação sobre nossas políticas educacionais, desnudam as evidentes divisões de classe da educação no Brasil. Enquanto os filhos e filhas da classe trabalhadora estudam em escolas públicas precárias, sem infraestrutura, sofrendo com a ausência de materiais (como livros didáticos e boas bibliotecas) e condições básicas de ensino que possam proporcionar o acesso ao conhecimento científico produzido pela humanidade e, além disso, muitas das vezes abandonando os estudos por conta das exigências da vida material; os filhos e filhas da burguesia e de setores da pequena-burguesia acessam as melhores instituições de ensino (privadas e públicas, como as instituições federais de ensino), que contam com instrumentos de pesquisa, laboratórios, aulas complementares, reforços, acesso a bibliotecas e acervos científicos, enfim, todas as condições necessárias para que consigam ser aprovados nas Universidades Federais brasileiras. Esse quadro, já profundamente desigual, se acentua com a pandemia, relegando à juventude trabalhadora danos em sua formação intelectual que serão sentidos a longo prazo e que, certamente, caso o ENEM não seja adiado, se tornarão ainda mais profundos e desiguais.

Não bastasse esse catastrófico cenário, a política das classes dominantes no país e no estado ignoram a delicadeza do momento e a possibilidade de um efetivo esfacelamento do tecido social, que cada vez mais se concretiza. No caso de Minas Gerais, vemos nossos hospitais cada vez mais lotados e a falta de equipamentos básicos para a segurança da população e dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, que estão na linha de frente no combate a COVID19. Entendemos que esse momento exige uma mobilização massiva pressionando as instituições legislativas (estaduais e nacionais) a fim de um combate efetivo a pandemia, que se alastra a cada dia. É fundamental fortalecer as mobilizações e organizações unitárias que expressem a defesa dos direitos e da saúde do povo trabalhador, como a Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde, buscando aprofundar os espaços de auto-organização da classe trabalhadora numa perspectiva radical e consequente, como as diversas iniciativas locais de comitês, fóruns ou brigadas de enfrentamento à COVID19.

Ainda observamos a vacilação de setores ditos de esquerda, que mesmo com a experiência histórica do equívoco da política de colaboração de classes, ainda aposta em tal conciliação, inclusive convidando inimigos do povo e representantes da direita para as manifestações do 1° de maio. Para nós, a superação da atual crise perpassa pelo fortalecimento das organizações e entidades que tenham em vista a imprescindibilidade da independência e autonomia da classe trabalhadora, apontando a necessidade de reorganização da classe no sentido da consolidação de um projeto que busque construir o Poder Popular e o socialismo.

Por isso conclamamos a juventude mineira a massificar a mobilização nas redes sociais, a participarem dos atos virtuais, bem como as manifestações puxadas pelas entidades de luta. Nesse sentido apontamos também a necessidade de reerguermos e fortalecermos as entidades estudantis, entendendo o papel dessas na construção de uma forte resistência, pautando um projeto estratégico de educação popular.

Convocamos e destacamos a importância do fortalecimento e a construção do Fórum Sindical, Popular e das Juventudes pelos Direitos e Liberdades Democráticas, que entendemos ser uma importante iniciativa, representando a unidade e coerência dos setores classistas no sentido da reorganização da classe trabalhadora, bem como consolidação de um projeto que supere a atual crise, a partir dos interesses populares.

DERROTAR ZEMA É DERROTAR BOLSONARO/MOURÃO!

FORA ZEMA E FORA BOLSONARO!

PELO IMPEDIMENTO DE BOLSONARO/MOURÃO!

PELA REVOGAÇÃO DA EC 95!

NOSSAS VIDAS ANTES DOS LUCROS!

CONSTRUIR E FORTALECER O FÓRUM SINDICAL, POPULAR E DAS JUVENTUDES PELOS DIREITOS E LIBERDADES DEMOCRÁTICAS!

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XVI Congresso Nacional do PCB: etapa mineira realizada com sucesso! https://www.poderpopularmg.org/xvi-congresso-nacional-do-pcb-etapa-mineira-realizada-com-sucesso/ https://www.poderpopularmg.org/xvi-congresso-nacional-do-pcb-etapa-mineira-realizada-com-sucesso/#respond Sat, 08 Feb 2020 13:47:36 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74350 Nos dias 1 e 2 de fevereiro, no histórico município de Santa Luzia, os comunistas de Minas Gerais realizaram a […]

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Nos dias 1 e 2 de fevereiro, no histórico município de Santa Luzia, os comunistas de Minas Gerais realizaram a etapa estadual do XVI Congresso Nacional do PCB. Cerca de 100 militantes do Partido, de todas as regiões mineiras, estiveram presentes, como delegados ou observadores convidados, e construíram o maior congresso da história do PCB em Minas.

O XVI Congresso Nacional do PCB é um processo importantíssimo na construção da política do PCB para os próximos anos. O Congresso tem a duração de quase um ano, desde o lançamento das pré-teses até a etapa nacional. Toda e todo militante do partido tem o direito de participar dos debates em suas células sobre as pré-teses que foram encaminhadas pelo Comitê Central no início do segundo semestre de 2019. As células puderam realizar propostas de alteração, supressão e acréscimo de pontos às pré-teses, e também elegeram seus delegados para a etapa estadual.

Foram dois dias de intensos debates sobre os mais diversos pontos que constituem as pré-teses. A delegação de Minas Gerais consolidou suas propostas aprovadas em plenário e que serão encaminhadas para a comissão de relatoria do XVI Congresso. Também foi eleita a delegação de Minas Gerais para a etapa nacional do Congresso.

A etapa estadual mineira do XVI Congresso Nacional do PCB também elegeu o novo Comitê Regional do PCB MG, conjunto de militantes que tem a responsabilidade de dirigir o Partido no estado de agora em diante.

 

É Força! Ação! Aqui é o Partidão!

De norte a sul! E no país inteiro!

Do Vale do Aço ao Triângulo Mineiro!

Viva o Partido Comunista Brasileiro!

 

 

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210 MIL NAS RUAS DE BH PELA EDUCAÇÃO! https://www.poderpopularmg.org/200-mil-nas-ruas-de-bh-pela-educacao/ https://www.poderpopularmg.org/200-mil-nas-ruas-de-bh-pela-educacao/#respond Wed, 15 May 2019 22:22:46 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74252 BELO HORIZONTE, 15 de maio, 2019 – Ocorreu hoje na capital mineira a maior manifestação popular contra os projetos políticos […]

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BELO HORIZONTE, 15 de maio, 2019 – Ocorreu hoje na capital mineira a maior manifestação popular contra os projetos políticos e econômicos dos governos Bolsonaro, Zema e Kalil. Mais de 210 mil pessoas saíram às ruas em defesa da educação, setor que vem sendo sistematicamente atacado pelos atuais governos federal, estadual e municipal. Nos três níveis a educação vem sofrendo cortes: enquanto o governo federal anuncia mais de 30% de cortes no orçamento das Instituições Federais de Ensino (Universidades Federais, Institutos Federais e CEFETs), o governo estadual busca acabar com a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e mantém a política de professores designados na UEMG e nas escolas de ensino médio e, assim como o governo municipal, não realiza concursos e nem nomeia os concursados. Além disso, projetos como a Escola sem Partido (Censura a Professores) e a Base Nacional Comum Curricular (de caráter ultra-liberal e completamente desconectada da realidade brasileira) são defendidos por Bolsonaro, Zema e Kalil e seus seguidores ideológicos mais radicais. Para piorar, Bolsonaro é tutelado por um astrólogo alucinado que indicou já dois ministros da educação: um primeiro lunático e um segundo, psicótico. O primeiro, Velez, já derrubamos. Hoje colocamos o segundo, Waintraub, de cabelo em pé!

Com as manifestações de hoje, a reação das massas populares nas ruas contra os atuais desgovernos nos três níveis de gestão pública atinge um novo e mais alto patamar. Em todo o Brasil, as manifestações de #15M foram organizadas por sindicatos de professores e trabalhadores técnico-administrativos em educação, como o Sindicato Nacional dos Professores (ANDES-SN), o Sindicato de Professores da UFMG (APUBH), o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (SIND-UTE), o Sindicato dos Professores Municipais de BH (SIND-REDE) e o Sindicato dos Professores de Escolas Privadas (SINPRO-MG) bem como por entidades estudantis, como o Diretório Central dos Estudantes da UFMG (DCE), a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). Com inúmeras faixas, instrumentos musicais, bandeiras e auto-falantes, os manifestantes deram seu recado aos governos de plantão da extrema direita: A EDUCAÇÃO RESISTE!

Isso é apenas o início! A partir de agora, cada trabalhador, estudante, aposentado e desempregado deve se somar à onda de manifestações contra os governos Bolsonaro, Zema e Kalil! Afinal, são todos farinha podre do mesmo saco de estupidez, idiotas úteis na defesa dos interesses da elite e do imperialismo neoliberal.  A Corrente Sindical Unidade Classista conclama toda a classe trebalhadora para construir uma GREVE GERAL a partir da próxma manifestação, marcada para 14 de junho pelas centrais e correntes sindicais. Estaremos nas ruas, junto à União da Juventude Comunista (UJC), Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro e o Partido Comunista Brasileiro (PCB), e a todas as organizações responsáveis da classe trabalhadora.

A NOSSA LUTA É TODO DIA! EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA!!

A PRÓXIMO VAI SER MAIOR! ÀS RUAS PARA A GREVE GERAL EM 14 DE JUNHO!

 

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Primeiro de maio de luta em BH https://www.poderpopularmg.org/primeiro-de-maio-de-luta-em-bh/ https://www.poderpopularmg.org/primeiro-de-maio-de-luta-em-bh/#respond Thu, 02 May 2019 12:32:03 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74234 Neste primeiro de maio de 2019, houve um ato histórico em Belo Horizonte capital de Minas Gerais: o primeiro ato […]

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Neste primeiro de maio de 2019, houve um ato histórico em Belo Horizonte capital de Minas Gerais: o primeiro ato político depois de mais de dez anos!

O ato foi convocado pelo Comitê Primeiro de Maio constituído por sindicatos, movimentos populares, entidades estudantis e organizações políticas. Centenas de pessoas participaram da atividade que marcou a retomada da realização de um ato político em BH nesta data histórica. A luta contra a reforma da previdência foi a questão principal destacada nas intervenções políticas de militantes sociais e representantes de diversas entidades presentes. As medidas antipopulares dos Governos Bolsonaro e Zema nos setores da educação, saúde, ciência e tecnologia entre outros, foram duramente criticadas.

Diversos manifestantes também destacaram a solidariedade internacional à revolução bolivariana repudiando a tentativa frustrada de golpe perpetrada pela ultradireita venezuelana e pelo imperialismo.

O Comitê Primeiro de Maio de BH seguirá organizando as atividades nos locais de trabalho, estudo e moradia, participará da construção da Greve Geral da Educação convocada para o dia 15 de maio e da Greve Geral da classe trabalhadora brasileira contra a reforma da previdência convocada para o dia 14 de junho.

Conta a reforma da previdência! Viva a luta da classe trabalhadora!

Partido Comunista Brasileiro – Minas Gerais

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PCB comemora 97 anos em Festa do Poder Popular! https://www.poderpopularmg.org/pcb-comemora-97-anos-em-festa-do-poder-popular/ https://www.poderpopularmg.org/pcb-comemora-97-anos-em-festa-do-poder-popular/#comments Mon, 25 Mar 2019 13:30:37 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74203 Fundado em 25 de março de 1922, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) comemora hoje 97 anos de lutas em defesa […]

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Fundado em 25 de março de 1922, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) comemora hoje 97 anos de lutas em defesa da classe trabalhadora internacional e pela construção do socialismo, tendo sido o primeiro partido político de caráter nacional fundado no Brasil. Hoje o PCB está organizado em todos os estados e Distrito Federal, consolidado como força política reconhecida como protagonista da luta política e da esquerda brasileira.

Em Minas Gerais, os comunistas do PCB e os amigos do Partido celebraram em uma festa no dia 24 de março no Centro Cultural São Bartolomeu, Bairro Concórdia, na regional nordeste de Belo Horizonte. Estiveram presentes mais de 100 pessoas nesta que foi a segunda Festa do Poder Popular em BH.

Tivemos a presença de militantes comunistas do Vale do Aço, do Vale do Jequitinhonha, do Triângulo Mineiro, da Zona da Mata e da Região Metropolitana de BH. O Secretário Político do PCB em Minas Gerais, camarada professor Túlio Lopes, destacou a importância da comemoração dos 97 anos de luta do PCB no atual contexto em que vivemos. Túlio lembrou das dissidências históricas do PCB (PCdoB, PPS, Corrente Revolucionária, PCBR, Prestistas, MR8, ALN…), reafirmando que o PCB é a vanguarda histórica da classe trabalhadora brasileira. Somos o Partido histórico dos comunistas brasileiros.

A camarada Renata Regina do comitê regional e da coordenação nacional do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, e o camarada Daniel Cristiano do Comitê Regional e da coordenação nacional da Unidade Classista também destacaram, em suas falas, a luta e a história do partido Comunista.

A velha guarda Comunista também esteve presente, com José Francisco Neres, Emanuel Bonfante, Antônio Almeida e Joaquim Goulart. A gloriosa União da Juventude Comunista (UJC) também esteve presente.

Com muita cerveja gelada, tropeirão e cheque-mate,  a comemoração dos 97 anos de luta do PCB foi animada pelo som da banda Jorge Band e pela bela apresentação da camarada Margot.

Agradecemos os companheiros da Luta Popular e Sindical (LPS) pelo apoio!

É FORÇA!! AÇÃO!!! AQUI É O PARTIDÃO!!!

DE NORTE A SUL E NO PAÍS INTEIRO

DO VALE DO AÇO AO TRIÂNGULO MINEIRO

DE VENDA NOVA ATÉ O BARREIRO

VIVA O PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO!

 

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