A maioria das pessoas que me conhecem sabem da minha trajetória de luta junto às (aos) camaradas do Partido Comunista Brasileiro (PCB), onde comecei minha militância e sigo firme até hoje. Compartilho agora com todos vocês essa trajetória.

Em meados de 2001, durante o processo de construção do grêmio estudantil na escola em que estudava, tive meu primeiro contato com o partido. Foi então que percebi a importância e senti a necessidade de me organizar e atuar coletivamente, e me identifiquei com o PCB que neste ano completa 96 anos de história, comprometido com os interesses do povo trabalhador.

Nas eleições de 2014 tive a tarefa de ser candidata a Deputada Estadual pelo PCB e nestas eleições de 2018 assumo novamente uma pré-candidatura pelo partido, agora como pré-candidata a Deputada Federal. E por isso compartilho com vocês um pouco dessa minha trajetória política ao longo desses 18 anos de militância.

Atuei no movimento estudantil secundarista e universitário. Fui diretora da UBES (2003 a 2005), vice-presidente da UCMG (2004 a 2006). Entre 2006 e 2010 estive na coordenação nacional da União da Juventude Comunista (UJC) e no processo de organização do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro (CFCAM), fazendo parte de sua Coordenação Nacional.

Em 2012 estive junto a outras camaradas representando o CFCAM no congresso da Federação Democrática Internacional de Mulheres (FDIM).

Em 2013 fiquei grávida e tive meu primeiro contato com o movimento de humanização do parto e nascimento e, desde então, atuo também na luta em defesa da humanização.

Tornei-me Doula e ingressei no curso de Enfermagem na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com o objetivo de me especializar em obstetrícia e poder além de lutar, também prestar uma assistência de qualidade às mulheres durante a gestação, parto e puerpério. Na universidade compus a gestão do Diretório Central de Estudantes (DCE) da UFMG (2015-2016) e o GT de Mães e Pais Estudantes.

Hoje, aos 31 anos, sigo militante feminista, mãe adepta de uma maternagem ativa, trabalhadora, Doula e estudante de enfermagem na UFMG.

Nossa pré-campanha busca, através da organização e luta das mulheres, garantir e ampliar os direitos da mulher e de toda classe trabalhadora. E por isso aceitei esse desafio de construir coletivamente essa pré-candidatura que é contra a retirada dos nossos direitos,contra a reforma da previdência e trabalhista, pelo fim do genocídio do povo negro e pobre, pelo respeito a liberdade de escolha e autonomia das mulheres, pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher, pela a emancipação feminina e de toda classe trabalhadora em sua plenitude.

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