Arquivos Thomas Carrieri - PCB/MG https://www.poderpopularmg.org/tag/thomas-carrieri/ Poder Popular Minas Gerais Mon, 06 Apr 2026 13:22:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Um ataque ao movimento de luta pelo povo palestino no Brasil https://www.poderpopularmg.org/um-ataque-ao-movimento-de-luta-pelo-povo-palestino-no-brasil/ https://www.poderpopularmg.org/um-ataque-ao-movimento-de-luta-pelo-povo-palestino-no-brasil/#respond Mon, 06 Apr 2026 13:22:37 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=77170 O post Um ataque ao movimento de luta pelo povo palestino no Brasil apareceu primeiro em PCB/MG.

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Diferentes faces, um mesmo projeto sionista contra o povo.

Autor: Thomás Carrieri

No dia 26 de março foi publicado o Projeto de lei (P.L.) n.1424/2026 de criação da deputada federal Tábata de Amaral (Partido Socialista Brasileiro – PSB) – aquela que votou a favor da reforma da previdência do governo de Bolsonaro e Mourão (para quem esqueceu). O projeto tem como objetivo classificar o antissemitismo, para embasar políticas públicas. Porém, a classificação proposta por Tábata busca equiparar o antissemitismo com o antissionismo, o que abre um forte precedente para que a luta contra o genocídio do povo palestino seja visto, como um ato de antissemitismo.

Em fevereiro de 2025 o Deputado Federal general Pazuelo (Partido Liberal – PL) – um dos principais responsáveis pelas mortes da pandemia no país, que estava à frente do ministério da saúde em 2020-21, apresentou o P.L. n.472/2025A com mesmo objetivo. Apesar do seu projeto de lei ser mais curto, menos da metade das páginas, ele é mais bruto e honesto que Tabata. Ambos os projetos buscam a mesma caracterização e fazem referência a mesma entidade sionista para definir os termos. 

Vamos primeiramente diferenciar antissemitismo de antissionismo, para entender os perigos deste projeto. Antissemistimo é o ato de racismo religioso voltado ao judaísmo. O antisemitismo tem origens históricas distantes e sua maior expressao culminou na perseguição aos judeus no holocausto. No discurso da extrema direita, com frequência o antisemitismo é explicitado. Recuperando eventos recentes, temos Jair Bolsonaro (PL) tirando foto com uma pessoa vestida como Hitler, e temos o Kim Kataguari (partido missão {fascista}) relativizando mais de uma vez o nazismo.

Antissionismo é a posição contrária ao Sionismo; o Sionismo é uma concepção político-ideológica que defende um estado etnico-racial, base da constituição do estado de israel. Para o Sionismo a terra palestina que israel ocupou é por direito do povo judeu, a legitimidade de seus atos é religiosa e genética. E essas politicas são responsáveis pelo genocidio do povo palestino.

O anti sionismo é uma expressão da luta antifascista na atualidade. Vale pontuar que muitos judeus e muitos israelitas – que é diferente pq existem israelitas não judeus e judeus que não nasceram em israel, hoje são antisionistas, vitimas do holocausto tem vindo a público manifestar indignação com o estado de israel, e ainda muitos israelenses tem sido presos hoje por se recusarem ao serviço militar e por expressarem oposição ao governo Sionista.

Equivaler antissionismo a antisemitismo é ato de má fé, é negar o estado sionista de israel como genocida. É reforçar a propaganda que tenta barrar as críticas a forma fascista do estado de israel como antissemitismo. Assim buscam classificar qualquer crítica contra israel como antissemitismo; o que permite que toda mobilização de denúncia contra os atos do estado israelense sejam rotuladas como antissemisitmo. Palavras de ordem contra o genocídio ou imagens com cores da bandeira da Palestina são classificados como antissemitismo.

Em outros lugares que assistimos governos fazendo tal equiparação assistimos com essa justificativa um aumento da repressão aos movimentos que denunciam o genocídio do povo palestino, como foi o caso de estados dos EUA e vários países da Europa.

Com a propaganda sionista que equipara ambos os termos, assistimos outro problema grave tambem que é não saber reconhecer os casos reais de antisemitismo, para poder denunciar e mobilizar, já que não podemos de forma alguma deixar passar qualquer forma de intolerância religiosa. Além de gerar eventos como a Lepen, dirigente do partido Neonazista francês e filha do fundador do partido Nazista francês, participando de atos contra o Antissemitismo em paris, já que esses atos não são contra o antissemitismo – o pai da Lepen já relativizou as câmaras de gás em discurso público, mas sim contra o povo palestino.

Isto posto, voltemos aos projetos de lei. O P.L. do assassino Pazuelo, apresenta em sua justificativa o seguinte:

“O combate à Discriminação e ao Antissemitismo, equiparando o antissionismo, a manifestação de ódio contra o Estado de israel e a negação do Holocausto à prática do antissemitismo, busca uniformizar e reforçar os mecanismos legais de proteção contra discursos e manifestações que incitam o preconceito. […] Essa equiparação torna explícito que qualquer atitude que, de forma direta ou velada, questione a legitimidade do Estado de israel ou minimiza a gravidade do Holocausto será tratada com rigor, coibindo práticas discriminatórias.”

Já no projeto de Tabata, temos um texto mais rebuscado, que para um desatento até podem parecer justos:

“§ 2º Manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de israel, encarado como uma coletividade judaica.
§ 3º Críticas a israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas.”

Porém existem brechas no projeto da Tabata do Amaral:

“Art. 3º. As políticas públicas nacionais devem ser orientadas pela lista não exaustiva de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida.
Art. 4º. O antissemitismo é uma forma de racismo, nos termos da Lei nº 7.716/1989 (Lei do Racismo), com todos os seus efeitos.
§ 1º Os atos criminosos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus.”

A mesma entidade que o deputado do Partido Liberal colhe a sua classificação de Antissemistimo, é a entidade referência para deputado do Partido “Socialista” Brasileiro. A Aliança Internacional para Memória do Holocausto – International Holocaust Remembrance Alliance (IHRA), uma entidade sionista da qua o governol Bolsonaro integrou o país e o governo Lula nos retirou. Essa entidade, entre as suas classificações sobre Antissemistismo, define que comparar políticas do estado de israel com as políticas do regime nazista seria uma ação antissemita.

Equivaler antissionismo a antissemitismo é um ato de interesse e oportunista. O momento politico no qual este projeto de lei foi apresentado não poderia ser mais inoportuno pois reforça a propaganda do estado de israel que enquadra todas as críticas a sua forma fascista de existir como antissemitismo. Vale lembrar que mas últimas semanas o estado sionista intensificando a perseguição ao povo palestino aprovou a pena de morte para presos palestinos em israel, ou seja, se aprovado esse projeto, denunciar que essa política de israel é semelhante as políticas do nazismo seria considerado um ato antissemita que é um crime.

Usando a caracterização do IHRA, o projeto de lei deixa aberto para que toda a mobilização de denúncia contra atos do estado israelense sejam vistas como antissemitismo. Até mesmo palavras de ordem contra o genocídio ou imagens com cores da bandeira da palestina podem, na caracterização deste projeto, serem vistas como antissemisitismo. E em alguns países da Europa e em alguns estados dos EUA onde foram criadas leis semelhantes a repressão contra o movimento em defesa do povo palestino foi e esta sendo absurda, e pouquíssimo midiatizada.

Nessa movimentação de aprovar o mesmo projeto do Partido liberal, Tabata conseguiu juntar mais 44 assinaturas, de partidos como PL, União, MDB, PSDB, e mais uma série de partidos bem a direita, mas também partidos como o PT, a Rede (partido da federação do PSOL), o PDT, o PV, que tem gente que ainda cisma dizer de esquerda.

1 Dep. Tabata Amaral (PSB/SP)
2 Dep. Gilberto Abramo (REPUBLIC/MG)
3 Dep. Geovania de Sá (PSDB/SC)
4 Dep. Kim Kataguiri (UNIÃO/SP)
5 Dep. Adriana Ventura (NOVO/SP)
6 Dep. Welter (PT/PR)
7 Dep. Heloísa Helena (REDE/RJ)
8 Dep. Amom Mandel (CIDADANIA/AM)
9 Dep. Lucio Mosquini (MDB/RO)
10 Dep. Alexandre Lindenmeyer (PT/RS)
11 Dep. Vander Loubet (PT/MS)
12 Dep. Hugo Leal (PSD/RJ)
13 Dep. Otoni de Paula (MDB/RJ)
14 Dep. Júnior Mano (PSB/CE)
15 Dep. Rodrigo Valadares (UNIÃO/SE)
16 Dep. Carla Dickson (UNIÃO/RN)
17 Dep. Renata Abreu (PODE/SP)
18 Dep. Prof. Reginaldo Veras (PV/DF)
19 Dep. Lucas Redecker (PSDB/RS)
20 Dep. Reginaldo Lopes (PT/MG)
21 Dep. Luiz Couto (PT/PB)
22 Dep. Ana Paula Lima (PT/SC)
23 Dep. Greyce Elias (AVANTE/MG)
24 Dep. Laura Carneiro (PSD/RJ)
25 Dep. Delegada Ione (AVANTE/MG)
26 Dep. Rogéria Santos (REPUBLIC/BA)
27 Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bra (PL/SP)
28 Dep. Junio Amaral (PL/MG)
29 Dep. Julio Lopes (PP/RJ)
30 Dep. Aureo Ribeiro (SOLIDARI/RJ)
31 Dep. Pedro Paulo (PSD/RJ)
32 Dep. Toninho Wandscheer (PP/PR)
33 Dep. Messias Donato (REPUBLIC/ES)
34 Dep. Paulinho da Força (SOLIDARI/SP)
35 Dep. Gilvan da Federal (PL/ES)
36 Dep. Pedro Aihara (PRD/MG)
37 Dep. Coronel Meira (PL/PE)
38 Dep. Cabo Gilberto Silva (PL/PB)
39 Dep. Pastor Gil (PL/MA)
40 Dep. Luiz Gastão (PSD/CE)
41 Dep. General Pazuello (PL/RJ)
42 Dep. Eli Borges (PL/TO)
43 Dep. Pompeo de Mattos (PDT/RS)
44 Dep. Gilberto Nascimento (PSD/SP)
45 Dep. Gutemberg Reis (MDB/RJ)

Depois de uma certa repercussão, o PT e a Rede (somente esses dois partidos) retiraram suas assinaturas, mas traz aqui duas questões: que assessoria tem esses mandatos que não conseguem ler um projeto desses? E a segunda questão é como até hoje não temos nenhum mandato que paute, com a seriedade necessária, o genocídio em curso contra o povo palestino por parte do estado sionista de israel com suporte dos EUA?

OBS: Por mais que o PT tenha retirado a assinatura do projeto, não podemos nem pensar em passar pano ao partido ou ao governo, já que o projeto foi apresentado pela Tabata, que é do do PSB, partido também do Vice do Lula, Geraldo Alckmin. Ou seja, além de mal assessorados, o governo está de mãos dadas com quem tem representado o movimento sionista e por isso aparenta estar em disputa interna sobre essa questão.

 


 

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PCB comemora 104 anos com lançamento de pré-candidaturas à Assembleia Legislativa https://www.poderpopularmg.org/pcb-comemora-104-anos-com-lancamento-de-pre-candidaturas-a-assembleia-legislativa/ https://www.poderpopularmg.org/pcb-comemora-104-anos-com-lancamento-de-pre-candidaturas-a-assembleia-legislativa/#respond Tue, 31 Mar 2026 21:02:57 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=77150 O post PCB comemora 104 anos com lançamento de pré-candidaturas à Assembleia Legislativa apareceu primeiro em PCB/MG.

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No último domingo (29/3), o Partido Comunista Brasileiro (PCB) comemorou seu aniversário de 104 anos com o lançamento de três pré-candidaturas a deputado estadual em Minas Gerais: Jéssica Carvalho, Thomas Carrieri e Mário Mariano. Eles se juntam à chapa encabeçada pelo professor Túlio Lopes, pré-candidato do PCB ao governo de Minas Gerais.

Realizada no Sindicato dos Trabalhadores Ativos e Aposentados em Empresas de Assessoramento, Pesquisas, Perícias, Informações e Agentes Autônomos (Sintappi-MG), em Belo Horizonte, a atividade contou com militantes históricos do Partidão, como José Francisco Neres, Maria do Carmo Souza Dantas e Emanuel Bonfante; integrantes do Comitê Central e do Comitê Regional do Partido; representantes dos coletivos partidários, como União da Juventude Comunista (UJC), Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro (CFCAM) e Unidade Classista (UC); e diversos apoiadores e amigos do PCB.

Com 104 anos de luta em defesa da classe trabalhadora, o Partidão apresenta uma chapa aguerrida de pré-candidatos à Assembleia Legislativa:

Jéssica Carvalho

Formada em Filosofia pela Universidade Federal de São João del-Rei, atualmente mestranda em História na linha Poder e Cultura, também na UFSJ, pesquisa o movimento feminista internacional a partir da perspectiva do trabalho reprodutivo. Iniciou a militância na UJC e hoje constrói de forma coletiva o CFCAM e o coletivo de mães estudantes ‘Mães Resistem’, que luta por políticas públicas de acesso e permanência de mães no ensino superior.

Mário Mariano

Professor e pesquisador da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, educador popular, já foi presidente e vice presidente da Associação de Docentes da UFVJM e atualmente é tesoureiro da entidade. Foi primeiro vice presidente da Regional Leste do ANDES SN atuando na luta docente de universidades, institutos federais e CEFET de Minas Gerais.

Thomás Carrieri

Professor de matemática pela UFMG, foi coordenador geral do DCE UFMG, é estudante de artes plásticas na UEMG, Brigadista Florestal Voluntário e Membro da diretoria da Associação Cultural José Marti MG de solidariedade a Cuba.

Os três estarão junto ao pré-candidato do PCB ao governo de Minas, professor Túlio Lopes, em atividades pelo estado.

Professor da Universidade do Estado de Minas Gerais(UEMG), Túlio Lopes atuou no movimento comunitário em BH, no Movimento Estudantil, e atua no Movimento Sindical. Atualmente, Túlio Lopes é presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Minas Gerais (ADUEMG) e Secretário Político (presidente) do PCB em Minas Gerais.

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União da Juventude Comunista lança candidaturas de Thomás Carrieri e Pedro Gabriel em BH https://www.poderpopularmg.org/uniao-da-juventude-comunista-lanca-candidaturas-de-thomas-carrieri-e-pedro-gabriel-em-bh/ https://www.poderpopularmg.org/uniao-da-juventude-comunista-lanca-candidaturas-de-thomas-carrieri-e-pedro-gabriel-em-bh/#respond Wed, 04 Nov 2020 20:26:56 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75264 LEONARDO GODIM

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Por Leonardo Godim para O Poder Popular. Fotos por Richardson Pontone.

Assim como em outras cidades do país, em Belo Horizonte, entre as candidaturas do Partido Comunista Brasileiro para as eleições municipais deste ano, estão dois nomes vinculados organicamente à União da Juventude Comunista. Thomás Carrieri (21.888), 22 anos, e Pedro Gabriel (21.614), 24 anos, são candidatos pela primeira vez, concorrendo para vereadores no município. Ambos são estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais nos cursos de matemática e cinema de animação, respectivamente, e participam do movimento estudantil da universidade, onde constroem o Movimento por uma Universidade Popular.

A participação de jovens nas chapas do Partido Comunista Brasileiro por todo o país é uma expressão do amadurecimento da União da Juventude Comunista, que tem formado quadros em diversas cidades. Segundo Gustavo Bechara, atual dirigente da UJC em Minas Gerais, as candidaturas de jovens comunistas são uma forma de apresentar nosso projeto como uma alternativa aos velhos grupos que controlam a política nacional há anos. Para a organização, as eleições são apenas um dos momentos, ainda que importante, da luta por uma nova sociedade onde seja abolida a exploração de seres humanos por seres humanos.

Para Thomás Carrieri, a conjuntura que vivemos é de uma profunda precarização das condições de vida da juventude e dos trabalhadores, resultado de anos de crise capitalista que apenas se agravou com a pandemia do coronavírus. Para o candidato, é um dever de todo comunista intensificar a agitação e a propaganda revolucionária em torno de bandeiras que transformem a indignação com o atual estado de coisas em combustível para as lutas em todo o país. Nas eleições, essa tarefa é ainda mais importante, não cabendo aos comunistas reduzir suas propostas ao possível. Ao contrário, Thomás entende que todas as propostas devem ir à raiz dos problemas e apontar soluções que, se não forem atendidas pelo Estado, surgirão como reivindicações do movimento de massas e da luta revolucionária.

Pedro Gabriel avalia que a campanha eleitoral tem sido desafiadora na medida em que o PCB participa das eleições com autonomia financeira enfrentando grandes máquinas partidárias financiadas pela burguesia. Ainda sim, Pedro considera que as candidaturas têm sido bem recebidas nas atividades de campanha, mesmo com o anticomunismo que existe na sociedade. O saldo tem sido positivo, avalia, reafirmando que os comunistas  não têm ilusões com a democracia burguesa mas que usarão todos os espaços possíveis para disputar um programa revolucionário para o Brasil. “Nesse momento em que parcela da classe trabalhadora se dispõe ao debate político e à escutar as propostas dos partidos, é nossa tarefa ampliar a influência dos comunistas e nos preparar para as lutas futuras”, afirma o candidato.

Thomás e Pedro Gabriel avaliam que as principais bandeiras nessa eleição são a defesa da educação pública e dos direitos da juventude trabalhadora. “Na Câmara Municipal, é urgente a defesa de uma escola sem censura, frente aos ataques que os profissionais da educação e o ensino laico têm sofrido”, afirmam. O passe-livre para todos os estudantes também é uma bandeira central, resgatando todo o histórico de lutas pelo transporte público e pelo direito à cidade que já ocorreram em Belo Horizonte. Frente à precarização das condições de vida e trabalho da juventude proletária, os comunistas defendem a criação de Frentes de Trabalho voltadas para garantia do emprego formal e do salário digno.

Com o crescimento da uberização das relações de trabalho, obrigando a juventude a jornadas de mais de 10 horas de trabalho diário, com salários de fome e completa ausência de direitos trabalhistas, os comunistas defendem a criação de um aplicativo de entregas municipalizado, sob controle dos trabalhadores. Criando parcerias com o comércio local, o aplicativo autônomo é uma forma de garantir empregos dignos e de diminuir a dependência aos grandes monopólios estrangeiros, que apenas visam a exploração do trabalho.

Thiago Camargos (21.420) compõe, junto com Thomás e Pedro, o Bloco da Juventude dentro das fileiras do PCB. Além de Belo Horizonte, a União da Juventude Comunista lança candidatos em Uberaba, Sabará, Juiz de Fora e Ipatinga. Em Ipatinga, a chapa para prefeitura é composta por dois militantes da juventude comunista, Diego Arthur e Bruno Anastácio.

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