Arquivos MG - PCB/MG https://www.poderpopularmg.org/tag/mg/ Poder Popular Minas Gerais Mon, 19 Oct 2020 14:27:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Vote comunista! Veja o mapa de candidaturas do PCB em Minas Gerais https://www.poderpopularmg.org/vote-comunista-mapa-candidaturas-pcb-mg/ https://www.poderpopularmg.org/vote-comunista-mapa-candidaturas-pcb-mg/#respond Mon, 19 Oct 2020 14:27:17 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=75192 LEONARDO GODIM

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O Partido Comunista Brasileiro afirma mais uma vez seu compromisso com a classe trabalhadora e apresenta candidaturas comunistas nas principais cidades onde está inserido em Minas Gerais. Túlio Lopes, secretário político do PCB em Minas e membro do Comitê Central, afirma que

“nesse momento, as candidaturas comunistas irão expressar com seus símbolos, com suas propostas e com o direcionamento de construir o Poder Popular, uma alternativa para o povo trabalhador em suas respectivas cidades”.

O destaque é Ipatinga, onde foram lançadas 14 candidaturas para vereador, além de uma chapa própria para prefeitura. A expectativa de eleger uma bancada comunista para o parlamento da cidade é forte, com nomes de peso como Daniel Cristiano (21.210), Duda das Cadeiras (21.244) e Bruna Thariny (21.211). À frente da disputa para prefeito estão os camaradas Diego Arthur e Bruno Anastácio (21). Veja no mapa de candidaturas todos os 14 os candidatos e candidatas.

São 10 candidaturas para a Câmara Municipal em Belo Horizonte, onde os comunistas fortalecem a Frente de Esquerda na eleição majoritária, encabeçada por Áurea Carolina (PSOL) e Léo Péricles (UP). A velha guarda do partido está representada por Emanuel Bonfante (21.210), Almeidão do Partidão (21.922) e Souza Dantas (21.800). A juventude também aparece com força nas candidaturas de Diego Miranda (21.000), Thiago Camargos (21.420) e Mariana Versiani (21.902), Gabriela Marreco (21.180), Thomás Carrieri (21.888) e Pedro Gabriel (21.614). Wellington Lemos (21.123) também compõe a chapa.

Em Betim, importante cidade operária, Amaury Alonso (21.123) sai como candidato a vereador e Zulu (PCB – 21) é candidato a prefeito, com Dogival (PCB) como vice.

Em Uberaba, o partido fortalece a candidatura de Maria Sandra (PSOL) e Maíra Rosa (PSOL), representando a Frente de Esquerda Socialista, e lança Beto Brandi (21.000) e Brenda Rodrigues (21.021) na disputa para uma cadeira no parlamento municipal.

Em Juíz de Fora, o camarada Patrick Carvalho (21.210) assume a tarefa de candidato a vereador, enquanto Kaizim (PCB) assume como candidato a vice-prefeito em chapa com o PSOL, encabeçada por Lorene Figueiredo (50).

Já em Sabará, o Professor Luís Fernando (21.000) participa da disputa por uma cadeira na Câmara dos Vereadores. Sua candidatura dá grande ênfase na defesa da educação pública, de qualidade e popular.

Em Governador Valadares, o PCB está junto com Xabier (PSOL – 50) na disputa para prefeitura, fortalecendo o Bloco da Esquerda Socialista.

“O PCB vem se organizando nos últimos anos nas principais cidades-polo de Minas Gerais, e como reflexo dessa construção partidária e desse trabalhado base, apresentamos candidaturas em duas cidades operárias, com Diego Arthur (21) em Ipatinga e Zulu (21) em Betim. Nas outras cidades, estamos construindo, em unidade com as forças de esquerda, como o PSOL e a UP, alternativas populares, o que se concretizou em Belo Horizonte, Juiz de Fora, Governador Valadares e Uberaba. Em outras cidades, o PCB irá indicar o apoio à candidaturas da esquerda vinculadas aos movimentos sociais e populares”,

afirma Túlio Lopes.

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CONTRA A CONTRARREFORMA DA PREVIDÊNCIA DE ZEMA EM MG https://www.poderpopularmg.org/contra-a-contrarreforma-da-previdencia-de-zema-em-mg/ https://www.poderpopularmg.org/contra-a-contrarreforma-da-previdencia-de-zema-em-mg/#respond Wed, 02 Sep 2020 14:20:32 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74829 O governador Romeu Zema, na continuidade dos seus ataques a vida da classe trabalhadora em Minas Gerais, apresentou no dia […]

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O governador Romeu Zema, na continuidade dos seus ataques a vida da classe trabalhadora em Minas Gerais, apresentou no dia 19 de junho de 2020 a Proposta de Emenda à Constituição Estadual (PEC 55/2020) e o Projeto de Lei Complementar (PLC 46/2020).       

A proposta e o projeto pretendem diminuir os salários a partir do aumento das alíquotas (maiores do que previstos na Reforma da Previdência da União), alterar regras da aposentadoria e pensão por morte e proibir adicionais e férias-prêmio. Também pretende fragmentar o IPSEMG e extinguir o direito à assistência social numa clara tática de fatiar para privatizar. Ainda, vai aumentar 5 anos de trabalho para os homens e 7 anos para as mulheres e atacar os sindicatos ao propor o fim da licença remunerada para o exercício de mandato sindical.

A misoginia das propostas é escancarada. Para adquirir o direito de se aposentar com 100% da média de todas as suas contribuições, as mulheres servidoras de MG teriam que contribuir por 40 anos, 10 a mais do que a regra atual (para os homens o acréscimo no tempo de contribuição será de 5 anos). No caso das professoras, as regras de cálculo são ainda mais perversas: para se aposentar com 100% da média de todos os salários de contribuição, ela precisará contribuir por 40 anos, o que configura mais 15 anos de contribuição em relação à regra atual. 

 O Fórum Mineiro de Lutas por direitos e liberdades democráticas rechaça as propostas de Contrarreforma da Previdência e da PEC 55, que em meio à uma crise sanitária mostram mais uma covardia de Zema. Reforçamos o apoio a luta das servidoras e servidores do estado de Minas contra mais esse  ataque da agenda neoliberal do Partido Novo de Romeu Zema que aplica em Minas Gerais o mesmo receituário do Governo Bolsonaro/Mourão e do ministro Paulo Guedes.

Quem ataca o servidor público, ataca o serviço público e a vida da classe trabalhadora! Zema Covarde!    

Contra a reforma misógina da previdência!

Fora Zema!

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NOTA POLÍTICA DA UJC-MG: FORA ZEMA E BOLSONARO/ MOURÃO, CONSTRUIR ALTERNATIVA POPULAR! https://www.poderpopularmg.org/nota-politica-ujc-minas-gerais/ https://www.poderpopularmg.org/nota-politica-ujc-minas-gerais/#respond Sun, 17 May 2020 14:42:08 +0000 https://www.poderpopularmg.org/?p=74541 União da Juventude Comunista de Minas Gerais - UJC/MG

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NOTA POLÍTICA DA COORDENAÇÃO ESTADUAL DA UJC DE MINAS GERAIS

FORA ZEMA E BOLSONARO/MOURÃO, CONSTRUIR ALTERNATIVA POPULAR!

A Coordenação Estadual da União da Juventude Comunista em Minas Gerais, em nome do conjunto de sua militância vem, por meio dessa nota, expressar seu profundo repúdio à total negligência e descaso com a população trabalhadora que o Governador do Estado de Minas Gerais, Romeu Zema, tem demonstrado em meio à crise sanitária, gerada pela COVID19. Se no âmbito nacional assistimos os dramáticos desdobramentos de uma política que nitidamente coloca os lucros das grandes empresas acima da vida dos trabalhadores, podemos perceber o total alinhamento de nosso Governador, que deixa claro suas intenções de aprofundar o ataque aos serviços e, consequentemente, servidores públicos, demonstrando uma política muito semelhante à do fascista Jair Bolsonaro.

Entendemos que a forma tomada pela atual crise do capitalismo se apresenta com contornos didáticos do ponto de vista da natureza do sistema capitalista, que despreza a vida e têm como objetivo único a acumulação privada de riquezas pelas classes dominantes. Isto é, para que os capitalistas mantenham suas altas taxas de lucro, torna-se necessário a retirada de direitos da classe trabalhadora, as demissões em massa, os cortes de salários e aumento da exploração do trabalho, reorganizando inclusive algumas profissões sob a forma do “teletrabalho”, que aumenta as jornadas de trabalho e coloca sobre os ombros dos trabalhadores e trabalhadoras os custos da execução do trabalho. Além disso, a venda dos recursos nacionais para empresas transnacionais, como a entrega de importantes refinarias da Petrobrás, demonstrando o caráter estritamente ufanista do “nacionalismo” de Bolsonaro. Esse processo intensifica o cenário que tínhamos antes da pandemia, de aumento do desemprego e da miséria, abrindo novamente a possibilidade de que o Brasil volte a ter seu nome vicejando nas linhas do Mapa da Fome da ONU.

Já alertamos anteriormente que o empresário Zema e seu partido não representam nada de “Novo”, mas seguem a já velha cartilha neoliberal que se pauta pela política dos superávits primários, da desregulamentação financeira, do ajuste fiscal, venda de empresas e companhias estatais, entrega de riquezas naturais para a iniciativa privada e a constante repressão e sufocamento dos sindicatos e movimentos populares. Assim, rejeitamos profundamente o constante assédio do Governador às empresas estatais como a CEMIG e a CODEMIG, sendo esta última a responsável pela exploração das maiores reservas de nióbio do mundo, localizadas em nosso estado. Sabemos que a privatização dessas empresas não significaria nenhuma melhoria nos seus serviços ou na qualidade de vida da população trabalhadora de Minas Gerais, mas que na prática fragilizaria e excluiria a maior parte dos mineiros e mineiras do acesso a esses serviços e aumentaria consideravelmente os valores das contas dos trabalhadores e das trabalhadoras de Minas Gerais no final do mês, como é típico de toda e qualquer privatização. Por esses e outros motivos levantamos as bandeiras do “Fora Zema, Bolsonaro e Mourão”.

Destacamos novamente o profundo descaso do governo estadual com a educação, representado pelo completo abandono da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e a Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), além da completa falta de diálogo e truculência no trato com os trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual, que constroem uma forte greve desde o início do ano, reivindicando o piso salarial e o pagamento de 13º salários atrasados. Destacam-se, ainda, as tentativas da Secretaria Estadual de Educação de forçar o retorno das ASB (Auxiliar de Serviços da Educação) ao trabalho presencial nas escolas, colocando em risco a vida dessas trabalhadoras e de suas famílias.

A respeito das Universidades Federais, convocamos todas e todos estudantes a resistirem e construírem mobilizações contra a substituição do ensino presencial, com a imposição do regime de ensino a distância.

Engrossamos também as denúncias contra a imposição de tal regime na Universidade Federal de Lavras, que vem sendo precursora na aplicação da cartilha do MEC. Alertamos as movimentações da Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri e a Universidade Federal do Triângulo Mineiro, que atualmente possuem reitores que não foram diretamente eleitos pelos pleitos das universidades e também corroboram com o processo de precarização e preparação do terreno para futuras privatizações na área do Ensino Superior.

Defendemos, em conjunto com diversas entidades, movimentos sociais e populares o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que está programado para ocorrer em novembro desse ano. A desigualdade educacional existente no Brasil, motivada pelo avanço dos oligopólios da educação sobre nossas políticas educacionais, desnudam as evidentes divisões de classe da educação no Brasil. Enquanto os filhos e filhas da classe trabalhadora estudam em escolas públicas precárias, sem infraestrutura, sofrendo com a ausência de materiais (como livros didáticos e boas bibliotecas) e condições básicas de ensino que possam proporcionar o acesso ao conhecimento científico produzido pela humanidade e, além disso, muitas das vezes abandonando os estudos por conta das exigências da vida material; os filhos e filhas da burguesia e de setores da pequena-burguesia acessam as melhores instituições de ensino (privadas e públicas, como as instituições federais de ensino), que contam com instrumentos de pesquisa, laboratórios, aulas complementares, reforços, acesso a bibliotecas e acervos científicos, enfim, todas as condições necessárias para que consigam ser aprovados nas Universidades Federais brasileiras. Esse quadro, já profundamente desigual, se acentua com a pandemia, relegando à juventude trabalhadora danos em sua formação intelectual que serão sentidos a longo prazo e que, certamente, caso o ENEM não seja adiado, se tornarão ainda mais profundos e desiguais.

Não bastasse esse catastrófico cenário, a política das classes dominantes no país e no estado ignoram a delicadeza do momento e a possibilidade de um efetivo esfacelamento do tecido social, que cada vez mais se concretiza. No caso de Minas Gerais, vemos nossos hospitais cada vez mais lotados e a falta de equipamentos básicos para a segurança da população e dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, que estão na linha de frente no combate a COVID19. Entendemos que esse momento exige uma mobilização massiva pressionando as instituições legislativas (estaduais e nacionais) a fim de um combate efetivo a pandemia, que se alastra a cada dia. É fundamental fortalecer as mobilizações e organizações unitárias que expressem a defesa dos direitos e da saúde do povo trabalhador, como a Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde, buscando aprofundar os espaços de auto-organização da classe trabalhadora numa perspectiva radical e consequente, como as diversas iniciativas locais de comitês, fóruns ou brigadas de enfrentamento à COVID19.

Ainda observamos a vacilação de setores ditos de esquerda, que mesmo com a experiência histórica do equívoco da política de colaboração de classes, ainda aposta em tal conciliação, inclusive convidando inimigos do povo e representantes da direita para as manifestações do 1° de maio. Para nós, a superação da atual crise perpassa pelo fortalecimento das organizações e entidades que tenham em vista a imprescindibilidade da independência e autonomia da classe trabalhadora, apontando a necessidade de reorganização da classe no sentido da consolidação de um projeto que busque construir o Poder Popular e o socialismo.

Por isso conclamamos a juventude mineira a massificar a mobilização nas redes sociais, a participarem dos atos virtuais, bem como as manifestações puxadas pelas entidades de luta. Nesse sentido apontamos também a necessidade de reerguermos e fortalecermos as entidades estudantis, entendendo o papel dessas na construção de uma forte resistência, pautando um projeto estratégico de educação popular.

Convocamos e destacamos a importância do fortalecimento e a construção do Fórum Sindical, Popular e das Juventudes pelos Direitos e Liberdades Democráticas, que entendemos ser uma importante iniciativa, representando a unidade e coerência dos setores classistas no sentido da reorganização da classe trabalhadora, bem como consolidação de um projeto que supere a atual crise, a partir dos interesses populares.

DERROTAR ZEMA É DERROTAR BOLSONARO/MOURÃO!

FORA ZEMA E FORA BOLSONARO!

PELO IMPEDIMENTO DE BOLSONARO/MOURÃO!

PELA REVOGAÇÃO DA EC 95!

NOSSAS VIDAS ANTES DOS LUCROS!

CONSTRUIR E FORTALECER O FÓRUM SINDICAL, POPULAR E DAS JUVENTUDES PELOS DIREITOS E LIBERDADES DEMOCRÁTICAS!

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